A reação mensal dos preços é resultado da menor oferta de suínos, sobretudo de animais gordos, e do aquecimento da demanda por carne suína
Média de preços dos suínos sobe no comparativo mensal, mas ainda é menor no anual

Os preços médios do suíno vivo em junho (até o dia 29) apresentam movimento de alta frente aos de maio. Por outro lado, na comparação anual, a média de junho ainda está inferior à do mesmo mês de 2021, em termos nominais.
A reação mensal dos preços, que vem sendo observada em todas as praças acompanhadas pelo Cepea, é resultado da menor oferta de suínos, sobretudo de animais gordos, e do aquecimento da demanda por carne suína.
Neste último caso, ressalta-se que, tipicamente, as temperaturas mais baixas em junho incentivam o consumo de produtos suinícolas.
Leia também no Agrimídia:
- •Competitividade da carne suína depende de sanidade, eficiência e redução de custos, diz José Antônio Ribas
- •Agro e soja viram moeda de troca na cúpula entre Xi Jinping e Donald Trump nos EUA
- •Está no ar a edição 331 da revista Suinocultura Industrial
- •Frente fria intensifica temporais no Sudeste e mantém tempo frio e firme no Sul
Além disso, eventos festivos também reforçam a demanda pela proteína. O atual preço médio do animal vivo negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) é de R$ 6,49/kg, aumento de 4,5% em relação ao de maio, mas 8,8% abaixo do patamar do mesmo período do ano passado.
No mercado de carnes, as valorizações foram mais comedidas. O preço médio da carcaça especial suína negociada no atacado da Grande São Paulo teve alta de 1,2% de maio para junho, com o produto comercializado a R$ 9,35/kg neste mês
























