Vendas aquecidas e as consequentes valorizações do suíno vivo ao longo da primeira quinzena de agosto superaram os recuos dos preços observados na segunda metade do mês
Valor médio do suíno negociado no mercado independente subiu em agosto

As vendas aquecidas e as consequentes valorizações do suíno vivo ao longo da primeira quinzena de agosto superaram os recuos dos preços observados na segunda metade do mês. Diante disso, em agosto, o valor médio do animal negociado no mercado independente ficou acima do registrado em julho.
Preços e exportações
Os embarques brasileiros de carne suína, considerando-se produtos in natura e processados, atingiram volume recorde em agosto, tendo-se como base a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997.
Leia também no Agrimídia:
- •Pará intensifica inquérito sanitário para peste suína clássica em três regiões do Estado
- •Cepea: exportações de carne suína somam 138,3 mil toneladas e batem recorde em abril
- •Reino Unido atualiza estratégia sanitária para proteger suinocultura contra surtos de peste suína
- •Missão de pecuaristas da Irlanda ao Brasil, com denúncias sobre antibióticos, antecede veto europeu à carne brasileira
Relação de troca e insumos
Mesmo com a valorização do milho em agosto, o poder de compra dos suinocultores paulistas registrou sua sexta alta mensal consecutiva, favorecido pelos aumentos do preço do vivo comercializado no mercado spot. Frente ao farelo de soja, o poder de compra do produtor também cresceu, visto que o insumo se desvalorizou no último mês.
Carnes concorrentes
Os preços médios da carne suína registraram aumento significativo em agosto, enquanto as carnes bovina e de frango se desvalorizaram. Esse movimento resultou na perda de competitividade da proteína suinícola frente às concorrentes.























