O biogás é constituído principalmente por metano, gás carbônico e sulfeto de hidrogênio fruto do tratamento de resíduos orgânicos da produção industrial da Vapza no biodigestor da unidade industrial da Cooperativa
Parceria entre Castrolanda e Vapza é responsável pelo abastecimento de energia elétrica do equivalente a 120 casas por mês no PR

Uma parceria entre a Cooperativa Castrolanda e a Vapza, companhia especializada em alimentos cozidos no vapor e embalados a vácuo, tem abastecido o equivalente 120 casas populares na região dos Campos Gerais, no Paraná, com biogás destinado à energia elétrica.
O biogás é constituído principalmente por metano, gás carbônico e sulfeto de hidrogênio fruto do tratamento de resíduos orgânicos da produção industrial da Vapza no biodigestor da unidade industrial da Cooperativa.
A energia é direcionada a clientes da Cooperativa de Geração Compartilhada de Energia Elétrica (Cogecom), que acessam o recurso produzido por diversas usinas de forma renovável e recebem créditos pelo uso em suas faturas.
Leia também no Agrimídia:
- •Paraná exporta frango para 150 mercados internacional e lidera diversificação de destinos
- •Aporte de US$1 bilhão pode levar Global Eggs a um dos maiores IPOs da B3
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Fórum Estadual de Influenza Aviária reúne setor avícola para discutir prevenção e biosseguridade no RS
A parceria foi iniciada em julho deste ano a partir da busca por novas alternativas de destinação de resíduos. “Encontramos no biodigestor a melhor escolha, pois ele é considerado a forma mais limpa e sustentável de destinação de resíduos orgânicos, sendo a única com pegada de carbono negativa”, comenta o CEO da Vapza, Enrico Milani.
O coordenador de Energias Renováveis da Castrolanda, Gilvan Plodowski, explica que o tratamento de resíduos é circular. “O resíduo recebido passa por fermentação e gera biogás, que é convertido em energia elétrica. Já o material fermentado vira biofertilizante, que é aplicado nas lavouras dos cooperados”, afirma Plodowski.





















