Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Frente Parlamentar do Agronegócio busca retirar a agricultura do PL do mercado de carbono no Senado

Objetivo é abordar a agropecuária dentro do mercado de carbono regulado pelo projeto de lei 7.578/2017, que tramita na Câmara dos Deputados.

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Frente Parlamentar do Agronegócio busca retirar a agricultura do PL do mercado de carbono no Senado

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) busca retirar a agropecuária do projeto de lei 412/2022, conhecido como PL do mercado de carbono, que regulamenta o mercado brasileiro de redução de emissões (MBRE). O objetivo é abordar a agropecuária dentro do mercado de carbono regulado pelo projeto de lei 7.578/2017, que tramita na Câmara dos Deputados.

De acordo com o deputado federal Sergio Souza (MDB-PR), membro da FPA, o PL da Câmara inclui uma compensação financeira para produtores que mantenham a vegetação existente em suas propriedades, como áreas de preservação permanente e reservas legais. O projeto calcula o ativo ambiental já presente na propriedade, quantificando as toneladas de carbono retidas, e transforma isso em títulos negociáveis no mercado, que podem ser comprados por terceiros interessados em manter a floresta em pé.

O projeto em discussão no Senado, liderado pela senadora Leila Barros (PDT-DF), deve ser votado em breve na Comissão de Meio Ambiente (CMA). A bancada ruralista acredita que é fundamental abordar a agropecuária de forma mais específica e favorável ao setor dentro do mercado de carbono regulado no projeto da Câmara, em vez de integrá-la ao projeto do Senado, que, segundo eles, não aborda adequadamente as compensações pelas boas práticas agrícolas, como o plantio direto. A questão do plantio direto e outras práticas sustentáveis pode ser considerada em futuras regulamentações.

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