Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Frente Parlamentar do Agronegócio busca retirar a agricultura do PL do mercado de carbono no Senado

Objetivo é abordar a agropecuária dentro do mercado de carbono regulado pelo projeto de lei 7.578/2017, que tramita na Câmara dos Deputados.

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Frente Parlamentar do Agronegócio busca retirar a agricultura do PL do mercado de carbono no Senado

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) busca retirar a agropecuária do projeto de lei 412/2022, conhecido como PL do mercado de carbono, que regulamenta o mercado brasileiro de redução de emissões (MBRE). O objetivo é abordar a agropecuária dentro do mercado de carbono regulado pelo projeto de lei 7.578/2017, que tramita na Câmara dos Deputados.

De acordo com o deputado federal Sergio Souza (MDB-PR), membro da FPA, o PL da Câmara inclui uma compensação financeira para produtores que mantenham a vegetação existente em suas propriedades, como áreas de preservação permanente e reservas legais. O projeto calcula o ativo ambiental já presente na propriedade, quantificando as toneladas de carbono retidas, e transforma isso em títulos negociáveis no mercado, que podem ser comprados por terceiros interessados em manter a floresta em pé.

O projeto em discussão no Senado, liderado pela senadora Leila Barros (PDT-DF), deve ser votado em breve na Comissão de Meio Ambiente (CMA). A bancada ruralista acredita que é fundamental abordar a agropecuária de forma mais específica e favorável ao setor dentro do mercado de carbono regulado no projeto da Câmara, em vez de integrá-la ao projeto do Senado, que, segundo eles, não aborda adequadamente as compensações pelas boas práticas agrícolas, como o plantio direto. A questão do plantio direto e outras práticas sustentáveis pode ser considerada em futuras regulamentações.

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