Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Futuro

Investimento em energia

Países em desenvolvimento precisam investir mais US$ 200 bilhões até 2020 para melhorar a eficiência energética em suas indústrias.

Os países em desenvolvimento precisarão fazer investimentos adicionais de US$ 200 bilhões em 2020 para melhorar a eficiência energética em suas indústrias, construção, no uso de energia limpa e na nova geração de veículos híbridos e elétricos.

A estimativa é da Agência Internacional de Energia (AIE), antecipando conclusões de um relatório que vai divulgar em novembro sobre transformações no setor de energia e suas consequências financeiras sob um acordo global de combate à mudança climática.

Em 2020, o setor energético na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) precisará também investir US$ 215 bilhões a mais, além de ter de ajudar os países em desenvolvimento. Os benefícios com poupança energética, redução da importação de combustível e na qualidade do ar compensarão em muito os custos adicionais, avalia a entidade sediada em Paris.

Para alcançar a “revolução energética ? “, o aumento de investimentos necessários é de US$ 10 trilhões entre 2010 e 2030 no setor, equivalente a 0,5% do PIB global em 2020 e aumentando para 1,1% do PIB em 2030.

Mas somente a poupança no uso de combustíveis na indústria, nos transportes e em construção pode chegar a US$ 8,6 trilhões entre hoje e 2030, quase similar aos investimentos adicionais nesses setores.

A AIE, que é ligada aos países ricos, confirma que a crise financeira e econômica tem tido um impacto considerável no setor energético globalmente. Investimentos em tecnologias ambientais foram adiados. Além disso, as emissões de carbono estão caindo este ano em até 3%, mais do que qualquer tempo nos últimos 40 anos, já que a produção recuou.

Ou seja, na prática, a crise global está conduzindo a uma redução de emissões de 5% até 2020, mais do que previamente estimado, mesmo na ausência de políticas adicionais para combater o problema.

Para a AIE, a crise global “criou oportunidade” para colocar o sistema energético mundial na trajetória de estabilização das emissões de gases, em linha com uma alta da temperatura de 2 graus.

O diretor executivo da AIE, Nobuo Tanaka, apresentou as conclusões numa conferência climática em Bangkok. Alertou que, se o mundo continuar com a mesma política energética e climática de hoje, as consequências para a mudança climática serão severas. “A energia está no centro do problema”, afirmou.

Para a AIE, a China está tendo um papel de liderança no combate à mudança climática.

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