Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Por que a carne continua vermelha na gôndola do supermercado?

Tecnologia de atmosfera modificada faz com que gases naturais preservam cor, frescor e segurança da carne sem o uso de aditivos

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Por que a carne continua vermelha na gôndola do supermercado?

Uma tecnologia amplamente utilizada pela indústria de carnes, mas ainda pouco conhecida pelo consumidor, tem garantido a segurança e a aparência dos produtos que chegam ao supermercado: a atmosfera modificada. A professora e pesquisadora Sandra Carvalho, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica de forma simples e direta como esse processo funciona — e desmistifica a ideia de que há aditivos químicos ou corantes envolvidos.

A técnica consiste em substituir o ar dentro da embalagem por uma combinação de gases naturais, como oxigênio, nitrogênio e gás carbônico. Cada um deles desempenha um papel fundamental: enquanto o oxigênio ajuda a manter o vermelho característico da carne fresca, o dióxido de carbono atua na redução do crescimento microbiano, prolongando a vida útil. Já o nitrogênio funciona como gás de equilíbrio, preenchendo o espaço sem causar reações indesejadas.

O resultado é uma carne com aspecto fresco por mais tempo, sem que isso comprometa a integridade do produto. “Não há uso de temperos, corantes ou químicos adicionais”, reforça a pesquisadora no vídeo. É apenas tecnologia aplicada em favor da segurança alimentar e da transparência com o consumidor.

Apesar de estar presente na rotina de quem compra carnes embaladas nos grandes mercados, muita gente ainda não sabe que essa técnica existe — ou sequer percebe como ela influencia positivamente o produto. A curiosidade levantada pelo vídeo reacende um debate importante: cada vez mais, o consumidor busca informação sobre o que está levando para casa. E entender a ciência por trás do alimento é parte desse processo.

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