Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Revista

Na AI: Visto suspenso para a União Europeia

Restrições quanto ao uso de antimicrobianos na cadeia de proteína animal podem fechar as portas do mercado europeu para a indústria brasileira. O cenário preocupa integrantes da avicultura nacional, inclusive pela influência sobre outros importadores

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Na AI: Visto suspenso para a União Europeia

No primeiro semestre de 2026, o Brasil exportou 189,6 mil toneladas de carne de frango para a União Europeia (UE), o que representa um salto de 51,3% sobre o volume registrado no mesmo período do ano passado. Os dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram ainda que o bloco europeu é o quinto principal destino da carne de frango brasileira, respondendo por 7% das exportações totais do país. Essa comercialização está em risco, pois a partir de 3 de setembro o Brasil pode ficar fora da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco europeu.

A base dessa exclusão, anunciada em 12 de maio, é o Regulamento (UE) 2023/905, que proíbe a importação de animais vivos e produtos de origem animal (carnes de aves, bovina e suína, além de pescados, leite, mel, ovos e derivados) vindos de sistemas produtivos que utilizem determinados antimicrobianos, em especial os associados à promoção de crescimento ou que sejam de uso exclusivo para tratamento humano. A regra não é exatamente uma novidade, pois tal veto resulta de uma evolução de restrições sanitárias que começaram em 1º de janeiro de 2006, com a proibição total do uso de antibióticos como promotores de crescimento na alimentação animal.

Leia a matéria completa na edição 1345 da revista Avicultura Industrial:

 

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