Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Revista

Na AI: Visto suspenso para a União Europeia

Restrições quanto ao uso de antimicrobianos na cadeia de proteína animal podem fechar as portas do mercado europeu para a indústria brasileira. O cenário preocupa integrantes da avicultura nacional, inclusive pela influência sobre outros importadores

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Na AI: Visto suspenso para a União Europeia

No primeiro semestre de 2026, o Brasil exportou 189,6 mil toneladas de carne de frango para a União Europeia (UE), o que representa um salto de 51,3% sobre o volume registrado no mesmo período do ano passado. Os dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram ainda que o bloco europeu é o quinto principal destino da carne de frango brasileira, respondendo por 7% das exportações totais do país. Essa comercialização está em risco, pois a partir de 3 de setembro o Brasil pode ficar fora da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco europeu.

A base dessa exclusão, anunciada em 12 de maio, é o Regulamento (UE) 2023/905, que proíbe a importação de animais vivos e produtos de origem animal (carnes de aves, bovina e suína, além de pescados, leite, mel, ovos e derivados) vindos de sistemas produtivos que utilizem determinados antimicrobianos, em especial os associados à promoção de crescimento ou que sejam de uso exclusivo para tratamento humano. A regra não é exatamente uma novidade, pois tal veto resulta de uma evolução de restrições sanitárias que começaram em 1º de janeiro de 2006, com a proibição total do uso de antibióticos como promotores de crescimento na alimentação animal.

Leia a matéria completa na edição 1345 da revista Avicultura Industrial:

 

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