Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Mercado

Primeira quinzena de setembro é uma das mais positivas do ano

Corrida das indústrias por lotes extras para atender à demanda da carne na ponta final garante aumento contínuo de volumes e cotações nas granjas

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Primeira quinzena de setembro é uma das mais positivas do ano
A avicultura de corte engatou um ritmo acelerado de recuperação em setembro. Impulsionada pela excelente liquidez na ponta final e pelo apetite das indústrias na busca por lotes extras, a primeira quinzena deste mês se consolidou como uma das mais favoráveis dos últimos tempos para o setor. O cenário reverteu o tom de incerteza observado no meio do ano e garantiu forte avanço nos preços do frango vivo negociado no estado de São Paulo.
Esta semana (18/09): Primeira quinzena registra salto em volumes e cotações no estado de SP
O fato da semana: Agentes consultados pelo Cepea confirmaram que a primeira metade de setembro foi uma das mais positivas dos últimos meses em termos de crescimento do volume de vendas e avanço nas cotações da carne e do animal vivo.
  • Busca por lotes extras: Para atender ao aquecimento persistente do consumo nas prateleiras, os frigoríficos intensificaram a aquisição de lotes adicionais de aves junto aos produtores.
  • Forte reação do frango vivo: A competição da indústria pela matéria-prima gerou uma reação expressiva nos preços do animal vivo comercializado nas praças paulistas.
  • Liquidez sustentada: O fluxo contínuo de vendas no varejo estendeu o ímpeto inicial do início do mês, mantendo a comercialização aquecida ao longo de toda a quinzena.
Semana anterior (11/09): Injeção salarial e feriado deram o pontapé inicial
Na semana anterior, o mercado dava os primeiros sinais claros dessa aceleração impulsionada por fatores sazonais:
  • Gatilhos de consumo: A combinação da entrada da massa salarial com o feriado de 7 de Setembro alavancou as vendas no atacado paulista de cortes resfriados e congelados.
  • Início da recomposição: A necessidade imediata de recompor os estoques na distribuição provocou a primeira corrida por novos lotes de frango vivo nas granjas.
Comparativo direto: A aceleração da avicultura de corte em setembro
Frente de AnáliseSemana Anterior (11/09)Esta Semana (18/09) — Destaque
Balanço da DemandaReação de início de mês impulsionada por feriado e salários1ª quinzena se consolida como uma das mais positivas do ano
Volume de VendasRecomposição pontual de estoques no atacadoSalto consistente no volume comercializado e nas cotações
Estratégia da IndústriaElevação gradual na procura por lotes nas granjasCorrida por lotes extras de frango vivo para suprir a ponta final
Cotação do Frango Vivo (SP)Trajetória de recuperação inicialForte reação e valorização sustentada nas praças de SP
O desempenho da primeira metade de setembro confirma que a carne de frango reencontrou um ponto de equilíbrio altamente favorável entre a oferta das granjas e o consumo doméstico. A sustentação desse patamar ao longo do segundo semestre dependerá da capacidade do varejo em absorver a carne diante do desgaste natural do poder de compra na segunda metade do mês.
Da Redação, com informações do Cepea
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