Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Estudo

Desempenho, bem-estar animal e qualidade de carne de frangos de corte criados em sistemas convencionais e Dark House

Estudo avaliou tanto aviários convencionais, de cortinas amarela e azul, como o Dark House. O sistema de criação é fundamental no objetivo de se estabelecer conforto, bem-estar e saúde, além ser determinante na eficiência de produção

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Desempenho, bem-estar animal e qualidade de carne de frangos de corte criados em sistemas convencionais e Dark House

O sistema de criação de frangos de corte é um fator crucial que afeta as aves no seu conforto, bem-estar, saúde e eficiência de produção. Os frangos em escala mundial são criados em uma variedade de sistemas de produção.

Justificativa

A implementação de novas tecnologias na cadeia avícola necessita de ser avaliada quanto ao bem-estar animal.

Objetivos

Avaliar o desempenho, bem-estar animal e qualidade final da carne oriunda de frangos de corte em função do tipo de sistema de produção: convencionais de cortinas amarela e azul, e Dark House.

Material e Métodos

Foram utilizados 27 lotes divididos em três tratamentos: Convencional Amarelo, Convencional Azul e Dark House. Para avaliação do desempenho, os seguintes parâmetros: consumo médio diário, conversão alimentar, ganho médio diário, peso médio final, taxa de mortalidade e calos podais. Dentre estes 27 lotes, foram escolhidos nove aviários para avaliação do bem-estar e da qualidade final da carne, medido pela incidência de carnes PSE (Pale, Soft, Exudative). Para isto as aves foram abatidas (n=630) e os filés coletados 24h post mortem e analisados quanto ao pH e cor. O teste de médias Tukey a 5% de probabilidade foi utilizado para comparar os resultados (Statistica for Windows 7.0).

Resultados e Discussão

O sistema Dark House apresentou melhor desempenho (Tabela 01), obtendo melhor conversão alimentar (1,72) e maiores valores de ganho médio diário (63,14 g) e peso médio final (2904,8 g) quando comparado aos convencionais de cortina amarela e azul, que apresentaram conversão alimentar (1,82 e 1,80, respectivamente), ganho médio diário (56,68 g e 57,79 g) e peso médio final (2607,58 g e 2658,54 g), respectivamente. Entretanto, os calos podais apresentaram-se em maior quantidade no sistema Dark House (20,98%), em relação ao sistema convencional azul (8,98%), que também apresentou maior percentual de calos comparados ao sistema convencional amarelo (4,55%).

No tratamento Dark House verificou-se uma incidência superior (37%) de filés PSE (Tabela 02) comparados aos sistemas convencionais, amarelo (24%) e azul (25%).

O bem-estar animal medido pela incidência de carnes PSE produzidas no sistema Dark House é afetado com maior intensidade durante o manejo pré-abate.

Conclusão

O sistema Dark House possui maior potencial para produção; com relação ao bem-estar, as aves produzidas neste sistema são acometidas de maior intensidade de estresse.

1Discente do curso de Mestrado Profissional em Tecnologia de Alimentos, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR-Londrina)

2Professores do Departamento de Ciência e Tecnologia dos Alimentos, da Universidade Estadual de Londrina (UEL)

3Pesquisador

4Professor doutor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR-Londrina)

* Por Rafael Humberto de Carvalho1; Adriana Lourenço Soares2; Moisés Grespan3; Fábio Augusto Garcia Coró4; Massami Shimokomaki2,4

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