Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,99 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,48 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,47 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,57 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,34 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,61 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,76 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,13 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,31 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,50 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,41 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,42 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.354,40 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.319,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 176,22 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 151,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 153,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,68 / cx
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Biocombustível

IEA analisa a produção de biocombustíveis e commodities agrícolas

IEA, analisa as perspectivas para produção de biocombustíveis e de suas matérias-primas no âmbito mundial e nos principais países produtores.

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IEA analisa a produção de biocombustíveis e commodities agrícolas

Na última década a produção de biocombustíveis ganhou maior importância frente ao desafio de reduzir a dependência em relação ao petróleo com o fomento às fontes de energia renováveis. Nesse sentido, a produção triplicou no período ao alcançar 153,5 milhões de litros em 2014, com o equivalente a 80% de etanol e o restante de biodiesel, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

No artigo intitulado Biocombustíveis e Commodities Agrícolas, Marisa Zeferino Barbosa, pesquisadora do IEA, analisa as perspectivas para produção de biocombustíveis e de suas matérias-primas no âmbito mundial e nos principais países produtores.

Segundo a pesquisadora, para a produção mundial de etanol é esperado crescimento de 4,1% ao ano até 2022, enquanto a de cereais deve aumentar apenas 1,4% a.a. Nos Estados Unidos, que são os maiores produtores de milho e concentram metade da produção de etanol, a taxa de crescimento para o biocombustível é de 3,8% a.a. enquanto para a produção de cereais o país apresenta praticamente a mesma taxa verificada para o mundo.

“Para a produção de etanol no Brasil, onde o biocombustível compõe a matriz energética desde os anos 1970, é previsto o aumento mais acentuado à taxa de 5,1% a.a. A expansão no cultivo da cana-de-açúcar deverá suprir as necessidades de matéria-prima, a exemplo do verificado na última década, quando a área colhida e a produção apresentaram acréscimos de 70% e de 79%, respectivamente. Na safra 2013/14 devem ser colhidos 9,9 milhões de hectares que deverão proporcionar 27,5 milhões de metros cúbicos de etanol”, salienta Marisa.

A projeção para a produção de biodiesel no âmbito mundial indica crescimento de 4,5% a.a., ou seja, mais do que o dobro do previsto para a de óleos vegetais, de 2% a.a. Do lado da demanda é possível observar que o emprego de óleos vegetais para fins de produção de energia passou de 15% para 24% da demanda total entre 2004/05 e 2013/14, o que reforça a expectativa de aumento acelerado na produção do biocombustível.

Na última década a produção de biocombustíveis ganhou maior importância frente ao desafio de reduzir a dependência em relação ao petróleo com o fomento às fontes de energia renováveis. Nesse sentido, a produção triplicou no período ao alcançar 153,5 milhões de litros em 2014, com o equivalente a 80% de etanol e o restante de biodiesel, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

No artigo intitulado Biocombustíveis e Commodities Agrícolas, Marisa Zeferino Barbosa, pesquisadora do IEA, analisa as perspectivas para produção de biocombustíveis e de suas matérias-primas no âmbito mundial e nos principais países produtores.

Segundo a pesquisadora, para a produção mundial de etanol é esperado crescimento de 4,1% ao ano até 2022, enquanto a de cereais deve aumentar apenas 1,4% a.a. Nos Estados Unidos, que são os maiores produtores de milho e concentram metade da produção de etanol, a taxa de crescimento para o biocombustível é de 3,8% a.a. enquanto para a produção de cereais o país apresenta praticamente a mesma taxa verificada para o mundo.

“Para a produção de etanol no Brasil, onde o biocombustível compõe a matriz energética desde os anos 1970, é previsto o aumento mais acentuado à taxa de 5,1% a.a. A expansão no cultivo da cana-de-açúcar deverá suprir as necessidades de matéria-prima, a exemplo do verificado na última década, quando a área colhida e a produção apresentaram acréscimos de 70% e de 79%, respectivamente. Na safra 2013/14 devem ser colhidos 9,9 milhões de hectares que deverão proporcionar 27,5 milhões de metros cúbicos de etanol”, salienta Marisa.

A projeção para a produção de biodiesel no âmbito mundial indica crescimento de 4,5% a.a., ou seja, mais do que o dobro do previsto para a de óleos vegetais, de 2% a.a. Do lado da demanda é possível observar que o emprego de óleos vegetais para fins de produção de energia passou de 15% para 24% da demanda total entre 2004/05 e 2013/14, o que reforça a expectativa de aumento acelerado na produção do biocombustível.

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