Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Brasil

Motores elétricos são cogitados para fazer transporte no setor sucroenergético

Apesar do diesel ainda possuir uma densidade energética maior do que o etanol, o motor híbrido pode sair mais barato para os empresários já que sai a presto de custo para a usina

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Em busca de fortalecer o mercado de veículos elétricos no Brasil e também contribuir com o setor sucroenergético brasileiro, o Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE) desenvolveu uma proposta para o transporte da cana, desde o campo até as usinas de biomassa. A ideia é utilizar um veiculo elétrico, dando assim à oportunidade de diminuir os gastos com a dependência do óleo diesel.

Durante o estudo desenvolvido INEE foi possível constatar que o setor sucro-alcooleiro consome cerca de 3% do óleo diesel utilizado em todo o país, desde a colheita até a implantação de usinas. O combustível que é consumido no plantio, colheita e transporte corresponde a 10% do conteúdo energético do etanol.

Trabalhando há anos no desenvolvimento de veículos com acionamento elétrico, o INEE visa substituir aos poucos os veículos movidos a diesel por veículos híbridos, onde a energia é distribuída através de cabos elétricos. Antes de optar pela substituição o instituto desenvolveu uma análise onde foi possível constatar vantagens dos veículos híbridos, dentre elas estão a redução do peso do motor, onde seria possível carregar até 20% mais cana do que os veículos tradicionais e o grande impacto ambiental, o qual seria bastante favorecido pela redução de CO2 emitido na atmosfera.

Apesar do diesel ainda possuir uma densidade energética maior do que o etanol, o motor híbrido pode sair mais barato para os empresários já que sai a presto de custo para a usina. Já o motor a diesel é sobrecarregado de impostos, custos de transporte e margem de lucro, o que torna o motor elétrico ainda mais viável para o setor sucroenergético.

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