Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Consumo

Consumo de gás natural no Brasil tem alta de 6,7% em junho

Segmento industrial mantém trajetória de recuperação e apresenta crescimento pelo terceiro mês consecutivo, com alta de 6,8%

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Consumo de gás natural no Brasil tem alta de 6,7% em junho

O consumo de gás natural no mês de junho em todo o país foi de 59,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, apresentando um crescimento de 6,7% em relação ao mês de maio, quando foram consumidos 55,4 milhões de metros cúbicos. O destaque novamente foi a indústria, com consumo de 28,6 milhões de metros cúbicos – uma alta de 6,8% em relação a maio.

Os dados fazem parte de levantamento estatístico da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), feito com concessionárias em 20 estados, reunindo dados na indústria e nos segmentos residencial, comercial, automotivo, entre outros.

“É o terceiro mês consecutivo de crescimento do consumo de gás natural na indústria. Esse movimento de recuperação, iniciado em abril, é um indicador do quanto o gás natural pode ser um indutor do desenvolvimento industrial do País e contribuir para a retomada da economia brasileira”, afirma o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon.

“Esperamos que haja uma mudança bastante positiva no mercado devido às ações coordenadas pelo secretário de petróleo e gás do MME, Márcio Felix, com a elaboração do programa Gás para Crescer. Acreditamos, principalmente, que este trabalho que envolverá todos os elos da cadeia – setores de exploração e produção, escoamento e tratamento da produção, transporte e distribuição – contribuirá para que o mercado industrial possa se beneficiar de um gás natural a preços mais competitivos.” completa Salomon.

Resultados de outros segmentos no mês de junho

O consumo de gás natural veicular (GNV) no setor automotivo apresentou em junho um ligeiro crescimento de 0,8% em relação ao mês anterior e de 2% frente ao mesmo período de 2015, confirmando o crescimento do energético no mercado em meio à alta dos preços dos combustíveis líquidos.

No mercado residencial, o crescimento em junho foi de 35% frente a maio, elevação influenciada por fatores sazonais, por conta de um inverno mais rigoroso nas regiões Sudeste e Sul, o que aumenta o consumo de gás natural no aquecimento de água para chuveiros. Na comparação com o mesmo período de 2015, o crescimento foi de 20%.

No segmento comercial, o crescimento em junho foi de 2% ante os dados de maio. Na comparação com junho de 2015, o crescimento é de 0,8%, resultado do aumento do número de clientes e da venda de novas aplicações a gás natural no comércio.

Na cogeração, o crescimento em junho foi de 7% na comparação com maio, outro reflexo da escalada do segmento industrial no último trimestre. Frente aos dados de junho de 2015, a retração foi de 2,6%.

Na geração elétrica houve um crescimento de 6,9% na comparação com o mês anterior, acompanhando a ligeira retomada do setor industrial. Já em relação ao mesmo período de 2015 houve retração de 55,9%, por conta da redução do despacho elétrico no período.

Destaques de consumo nas regiões em junho de 2016 (ante maio de 2016)

Centro-Oeste – Crescimento nos segmentos industrial e residencial, de 66,5% e 15,1%, respectivamente.

Nordeste – Crescimento nos segmentos residencial (6,2%) e automotivo (2,5%).

Norte – Crescimento de 1% do consumo do segmento automotivo.

Sudeste – Crescimento nos segmentos residencial (36,3%) e industrial (10,1%).

Sul – Crescimento nos segmentos residencial (31,1%) e comercial (18,8%).

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