Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Internacional

Projeto ibérico analisa qualidade da biomassa para uso mais barato pelas empresas

O projeto abrange em Portugal as regiões do Alentejo e Algarve e, na Espanha, a região da Andaluzia.

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Projeto ibérico analisa qualidade da biomassa para uso mais barato pelas empresas

Várias entidades ibéricas estão desenvolvendo no sul de Portugal e da Espanha uma tecnologia para caracterizar os tipos e a qualidade da biomassa de forma rápida e barata, para incentivar o seu uso como energia por empresas. O projeto BioMassTep é desenvolvido na área de atuação do INTERREG VA Espanha-Portugal (POCTEP) – programa que promove projetos de cooperação transfronteiriça com o apoio da União Europeia – com um orçamento total de 627.923,29 euros, distribuídos pelas entidades portuguesas (23,3%) e espanholas (76,7%).

O projeto abrange em Portugal as regiões do Alentejo e Algarve e, na Espanha, a região da Andaluzia.

De acordo com Filomena Pinto, coordenadora do BioMassTep no Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), pretende-se “desenvolver, transferir e implementar uma nova metodologia/ferramenta analítica avançada, rápida e confiável, que permita às empresas do setor de bioenergia classificar a biomassa local e utilizar a sua energia tendo em conta as suas propriedades físico-químicas e energéticas”.

“O projeto, com a transferência desta ferramenta, permitirá ao tecido empresarial criar oportunidades para o desenvolvimento da economia ibérica”, sublinhou, numa resposta escrita enviada à Lusa. Esta fase do projeto termina no próximo 31 de dezembro, “mas a sua implementação deverá ocorrer numa fase posterior”.

Além de desenvolver “uma metodologia para caracterizar os diferentes tipos biomassa e prever de forma rápida e económica parâmetros de qualidade dessas biomassas”, o BioMassTep também pretende criar uma rede transfronteiriça entre centros de investigação, universidades, administrações públicas e empresas para incentivar o uso de biomassa de qualidade.

Por outro lado, visa “promover a transferência tecnológica da ferramenta desenvolvida para as empresas do setor, para que os resultados sejam explorados comercialmente”. Na prática, o que está no fim do desenvolvimento é “uma base de dados com diversos parâmetros físico-químicos relativos a diferentes tipos de biomassa e de resíduos da área transfronteiriça da Andaluzia, Algarve e Alentejo, para alimentar os modelos matemáticos”, disse.

Estão também sendo identificados apoios públicos regionais e nacionais para a aquisição de tecnologia pelas empresas do setor, através da identificação de programas de financiamento nacionais e europeus para a capacitação das pequenas e médias empresas.

Os parceiros colaboram nas diversas atividades do projeto, mas o trabalho do LNEG está a incidir sobretudo na procura de financiamento para aquisição da tecnologia pelas empresas interessadas e na área da comunicação.

Em Portugal, além do LNEG, colaboram a Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo (AREANATejo), a Agência Regional de Energia e Ambiente do Algarve (AREAL) e a Universidade de Évora.

O projeto é coordenado pela Universidad de Córdoba (UCO) e tem como parceiros em Espanha a Agencia Andaluza de la Energía, a Asociación de Empresas de Energías Renovables (APPA), a Corporación Tecnológica de Andalucía e o Prodetur.

De acordo com Filomena Pinto, podem aproveitar este projeto “as empresas e outras entidades com atividade nas áreas de valorização de biomassa interessadas na determinação rápida e económica de parâmetros de qualidade de diferentes tipos de biomassa”.

“O projeto, ao promover a utilização de biomassa e a sua valorização, vai contribuir para a redução das emissões de dióxido de carbono e para um ambiente mais sustentável”, o que favorece também o cidadão comum, acrescentou.

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