Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Mercado Interno

Velha fronteira lidera em desenvolvimento rural

Oito municípios da “velha” fronteira agrícola do Centro-Oeste despontaram entre os dez que obtiveram os melhores índices de desenvolvimento rural do país.

Compartilhar essa notícia
Velha fronteira lidera em desenvolvimento rural

Os municípios da região Centro-Oeste que se tornaram importantes polos agrícolas nas últimas décadas são os que apresentam os maiores índices de desenvolvimento rural do país, segundo estudo inédito recém-concluído pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), a pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Oito municípios da “velha” fronteira agrícola do Centro-Oeste despontaram entre os dez que obtiveram os melhores índices de desenvolvimento rural do país. Os outros são Uberaba (MG) e Telêmaco Borba (PR), na sexta e na décima posições no ranking, respectivamente.

“Os resultados mostram que, depois de uma década e meio de crescimento extraordinário da agricultura, e apesar dos problemas, esse movimento gerou desenvolvimento social”, afirma Ignez Lopes, que ao lado do Mauro Lopes e Daniela Rocha, liderou o estudo. O Índice de Desenvolvimento Rural (IDR) atribui diferentes pesos à situação social (30,1%), econômica (29,5%), demográfica (22,8%) e ambiental (17,6%).

Muitas “novas” fronteiras de grãos não têm condições sociais à altura da sua força produtiva, enquanto que a escassez de recursos naturais e má gestão põem dezenas de municípios do Piauí e do Maranhão no fim da lista. O campo ainda convive com elevados índices de pobreza.

A pequena Chapadão do Céu, no sudoeste de Goiás, encabeça o ranking. Fundada em 1982, com 7.001 habitantes (2010) e Produto Interno Bruto) per capita anual de quase R$ 98 mil, advindos das produções elevadas de soja, milho e algodão, além de feijão, cana e significativa pecuária leiteira. Chapadão do Céu tem a vantagem de abrigar parte do Parque Nacional das Emas e apresentar um ecoturismo desenvolvido. “Colados” nela estão as mato-grossenses Sapezal, na segunda posição, e Alto Taquari, em terceiro, ambas fortes em soja, milho e algodão.

Já o ranking por Estados é liderado por São Paulo. Com grande peso em cana, eucalipto, pecuária, laranja e hortifrutis, tem a melhor infraestrutura e abriga vários polos desenvolvidos que facilitam o desenvolvimento de cadeias produtivas.

Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343