Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Energia

Renováveis como alternativa para ampliar oferta

Plano Paulista de Energia prevê que até 2020, a matriz energética de São Paulo tenha 69% de participação de fontes de energia renováveis, objetivo estimulado também pela PEMC – Política Estadual de Mudanças Climáticas

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Renováveis como alternativa para ampliar oferta

O secretário Energia de São Paulo, José Aníbal, destacou a importância das energias renováveis como opção para atender a demanda de energia que o Brasil precisará, nos próximos anos. “Se vamos precisar dobrar a oferta até a virada da década, temos que contar com as alternativas disponíveis como a biomassa, eólica e solar”, afirmou, ao participar, neste mês, do Ecoenergy – Congresso de Tecnologias Limpas e Renováveis para a Geração de Energia.

De acordo com José Aníbal, as oportunidades para isso são muitas e, em São Paulo, “nosso maior interesse é criar condições que favoreçam o investimento e a maior presença de energias renováveis em nosso estado”, disse. O secretário de energia
elencou diversas das ações que a secretaria, neste sentido.

O Plano Paulista de Energia, que está sendo lançado nesta semana, prevê que até 2020, a matriz energética de São Paulo tenha 69% de participação de fontes de energia renováveis, objetivo estimulado também pela PEMC – Política Estadual de Mudanças Climáticas. Os dados da Secretaria de Energia apresentados na palestra, preveem que se hoje a participação de derivados da cana-de-açúcar é de 33% na matriz energética do estado, ela alcançará 46% em 2020.

O governo do Estado também trabalha pelo desenvolvimento das energias eólica e solar. A Secretaria de Energia lançou o Atlas Eólico, que aponta as regiões mais propícias para o investimento neste setor. Fez também o Levantamento do Potencial Solar do Estado, mostrando as áreas do estado mais favorecidas pela incidência solar.

O secretário José Aníbal avalia que a meta de 69% de fontes renováveis na matriz ainda não conta de forma expressiva com eólica e solar. “Mas percebo que o interesse comercial e científico é crescente”. Para José Aníbal, o horizonte do setor é
otimista e com eventos com o Ecoenergy, esta cultura vai se disseminar cada vez mais e logo teremos diversas plantas de energia solar, por exemplo, em todo o Estado. Outro fato que pode facilitar a ampliação da participação destas fontes na matriz de energia, é que 75% dos equipamentos para a produção de energia eólica acontece na região de Sorocaba, facilitando a aquisição.

Estimativas e Investimentos – O subsecretário de energias renováveis da Secretaria de Energia, Milton Flávio, também palestrou no primeiro dia do Ecoenergy. Sua exposição tratou do tema “As Energias Renováveis no Contexto Paulista – Estimativas e Investimentos”. De acordo com o subsecretário, “o grande desafio de São Paulo, é manter o crescimento, dentro de uma matriz energética muito limpa e ainda tendo a obrigatoriedade de reduzir a emissão de GEE – Gases de Efeito Estufa”.

De acordo com Milton Flávio, a saída é combinar o uso de diferentes fontes de energia, eólica, fotovoltaica e principalmente biomassa, “que poderiam garantir o abastecimento contínuo, uma substituindo a outra, em períodos de baixa produtividade”, afirma. Entre os exemplos citados como saídas para este novo quadro, seria o uso do Biogás a partir da vinhaça na produção industrial. De acordo com a capacidade produtiva projetada e aspectos logísticos, é possível que a vinhaça possa a vir representar 35% do consumo de gás na indústria, até 2020.

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