Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Energia

Renováveis como alternativa para ampliar oferta

Plano Paulista de Energia prevê que até 2020, a matriz energética de São Paulo tenha 69% de participação de fontes de energia renováveis, objetivo estimulado também pela PEMC – Política Estadual de Mudanças Climáticas

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Renováveis como alternativa para ampliar oferta

O secretário Energia de São Paulo, José Aníbal, destacou a importância das energias renováveis como opção para atender a demanda de energia que o Brasil precisará, nos próximos anos. “Se vamos precisar dobrar a oferta até a virada da década, temos que contar com as alternativas disponíveis como a biomassa, eólica e solar”, afirmou, ao participar, neste mês, do Ecoenergy – Congresso de Tecnologias Limpas e Renováveis para a Geração de Energia.

De acordo com José Aníbal, as oportunidades para isso são muitas e, em São Paulo, “nosso maior interesse é criar condições que favoreçam o investimento e a maior presença de energias renováveis em nosso estado”, disse. O secretário de energia
elencou diversas das ações que a secretaria, neste sentido.

O Plano Paulista de Energia, que está sendo lançado nesta semana, prevê que até 2020, a matriz energética de São Paulo tenha 69% de participação de fontes de energia renováveis, objetivo estimulado também pela PEMC – Política Estadual de Mudanças Climáticas. Os dados da Secretaria de Energia apresentados na palestra, preveem que se hoje a participação de derivados da cana-de-açúcar é de 33% na matriz energética do estado, ela alcançará 46% em 2020.

O governo do Estado também trabalha pelo desenvolvimento das energias eólica e solar. A Secretaria de Energia lançou o Atlas Eólico, que aponta as regiões mais propícias para o investimento neste setor. Fez também o Levantamento do Potencial Solar do Estado, mostrando as áreas do estado mais favorecidas pela incidência solar.

O secretário José Aníbal avalia que a meta de 69% de fontes renováveis na matriz ainda não conta de forma expressiva com eólica e solar. “Mas percebo que o interesse comercial e científico é crescente”. Para José Aníbal, o horizonte do setor é
otimista e com eventos com o Ecoenergy, esta cultura vai se disseminar cada vez mais e logo teremos diversas plantas de energia solar, por exemplo, em todo o Estado. Outro fato que pode facilitar a ampliação da participação destas fontes na matriz de energia, é que 75% dos equipamentos para a produção de energia eólica acontece na região de Sorocaba, facilitando a aquisição.

Estimativas e Investimentos – O subsecretário de energias renováveis da Secretaria de Energia, Milton Flávio, também palestrou no primeiro dia do Ecoenergy. Sua exposição tratou do tema “As Energias Renováveis no Contexto Paulista – Estimativas e Investimentos”. De acordo com o subsecretário, “o grande desafio de São Paulo, é manter o crescimento, dentro de uma matriz energética muito limpa e ainda tendo a obrigatoriedade de reduzir a emissão de GEE – Gases de Efeito Estufa”.

De acordo com Milton Flávio, a saída é combinar o uso de diferentes fontes de energia, eólica, fotovoltaica e principalmente biomassa, “que poderiam garantir o abastecimento contínuo, uma substituindo a outra, em períodos de baixa produtividade”, afirma. Entre os exemplos citados como saídas para este novo quadro, seria o uso do Biogás a partir da vinhaça na produção industrial. De acordo com a capacidade produtiva projetada e aspectos logísticos, é possível que a vinhaça possa a vir representar 35% do consumo de gás na indústria, até 2020.

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