Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Economia

Dólar tende a seguir volátil em setembro

Ao fim dos negócios, o dólar comercial subiu 0,63%, para R$ 2,385, após ter avançado 0,94% ontem.

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Dólar tende a seguir volátil em setembro

O mercado de câmbio foi novamente marcado na sexta-feira pela intensa volatilidade, com o dólar completando em agosto o quarto mês seguido de alta, maior série desde 2008. E analistas esperam pouca mudança nesse quadro em setembro. Isso porque neste mês o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pode anunciar a redução dos estímulos monetários em curso, expectativa que desde maio vem mexendo com os negócios e que no mês passado golpeou sobretudo moedas emergentes.

“Se levarmos em conta os dados americanos em si, não acredito que o Fed vá reduzir as compras agora [em setembro]. De qualquer forma, a volatilidade no câmbio deve permanecer, mas não como antes, já que o BC está ofertando liquidez diariamente”, diz o economista-chefe da Mauá Sekular Investimentos, Alessandro del Drago.

Ao fim dos negócios, o dólar comercial subiu 0,63%, para R$ 2,385, após ter avançado 0,94% ontem. Nos últimos quatro meses, o dólar disparou 19,19%.

À tarde, operadores afirmaram que a alta da moeda americana teve relação com uma demanda aparentemente não atendida pelo BC no leilão de swap cambial tradicional realizado pela manhã.

Nessa operação, o BC vendeu todo o lote de US$ 1,5 bilhão ofertado. Pelas mesas de operações, o que se comentava era que o leilão teria sido voltado para um agente específico, que teria tomado todos os contratos para evitar o risco cambial após internalizar volume semelhante de dólares na semana passada. “O que parece é que quem tentou tomar esses swaps, fora essa empresa, não conseguiu e acabou buscando ‘hedge’ no futuro”, diz o operador de câmbio de um banco estrangeiro.

Perto do fim da sessão, o BC anunciou uma oferta extraordinário de US$ 1 bilhão em swaps cambiais para hoje. A leitura dos agentes é que esse leilão servirá para atender justamente quem tentou tomar os swaps na operação de sexta e não conseguiu. O BC oferta ainda mais US$ 500 milhões por esses contratos, em operação já programada.

Após chegar a perder quase 7% no pior momento do mês, o real reduziu a queda a 4,32% ante o dólar. A lanterna entre as principais moedas emergentes ficou com a rupia indiana, que caiu 8,95% no período. A lira turca recuou 5,01%, o peso mexicano se desvalorizou 4,74%, e o rand sul-africano teve baixa de 4,09%.

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