Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

Suíça lidera ranking mundial de eficiência energética

Suíça, Dinamarca, Suécia, Reino Unido e Espanha são os únicos cinco países que receberam a nota AAA.

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Suíça lidera ranking mundial de eficiência energética

Suíça e vários países da Europa, entre eles a Espanha, lideram o ranking mundial de eficiência energética, acesso aos recursos naturais e sustentabilidade ambiental, elaborado pelo Conselho Mundial de Energia (WEC, na sigla em inglês).

Suíça, Dinamarca, Suécia, Reino Unido e Espanha são os únicos cinco países que receberam a nota AAA, segundo o relatório do WEC, uma organização não governamental com sede em Londres, dedicada à questão energética por quase um século.

Os países avaliados foram classificados com letras por seu desempenho em três categorias: como conseguem seu abastecimento de energia, o quão acessível a energia é para a população e quanto de sua energia provém de fontes renováveis de baixa emissão de CO2.

O país latino-americano mais bem colocado foi a Costa Rica (ABB, 21º na lista), e o pior, a Nicarágua (DDD, 113º). O Brasil, que obteve a nota ABC, ficou na 34ª posição, atrás da Colômbia (AAC, 24º) e da Argentina (ABB, 26º). Os Estados Unidos, que ocuparam o 15º lugar, obtiveram dois A por segurança e abastecimento de energia, mas C em termos de respeito ao meio ambiente, enquanto a China, com ADD, situou-se na 78ª posição, falhando no cuidado com o meio ambiente e no acesso à energia para todos.

O último do ranking foi o Zimbábue (DDD, 129º). O relatório se baseou em entrevistas com mais de 50 funcionários de governo, bancos de desenvolvimento e especialistas internacionais de mais de 25 países, disse o WEC. Estrategistas políticos entrevistados para o relatório pediram o desenvolvimento de mais políticas de energia e instaram a indústria energética a ajudar os países desenvolvidos a avançar para uma geração de energia sustentável.

O relatório foi divulgado três semanas antes do Congresso Mundial de Energia do WEC, que será realizado em outubro em Daegu, Coreia do Sul.

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