Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Soja

MT avança em colheita da soja precoce; PR inicia trabalhos

A colheita da soja precoce começou acelerada em Mato Grosso nesta safra 2013/14, enquanto os primeiros produtores do Paraná iniciaram os trabalhos nesta semana.

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MT avança em colheita da soja precoce; PR inicia trabalhos

A colheita de Mato Grosso, principal Estado produtor, já atinge 1,9 por cento da área plantada, 1 ponto percentual à frente do registrado um ano atrás, informou na sexta-feira (10) o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em seu primeiro levantamento da nova temporada.

A região mais avançada na colheita é o oeste de Mato Grosso, onde 8,4 por cento da safra estão colhidos, contra 2,3 por cento um ano atrás.

A região do município de Sapezal, importante produtor, por exemplo, já colheu 12 por cento da área plantada.

Houve uma ênfase para a soja precoce este ano, com muitas lavouras sendo semeadas já nos primeiros dias do período autorizado de plantio, mesmo sem as chuvas ideais, segundo o Sindicato Rural de Sapezal.

“A chuva no início é irregular, e a germinação foi irregular”, disse o presidente da entidade, Claudio Scariot. “Na próxima segunda-feira tem bastante gente começando a colher. Já são talhões muito melhores. Essa soja está atingindo a média (de produtividade) que a gente planeja.”

Segundo o agricultor, ao fim de fevereiro, praticamente não haverá mais soja para ser colhida na região de Sapezal.

A consultoria AgroConsult estima que praticamente toda a área de expansão de soja desta safra no Brasil, equivalente a 8 milhões de toneladas, tenha sido semeada com soja de ciclo precoce.

O Imea estima que os agricultores de Mato Grosso tenham plantado 8,3 milhões de hectares de soja, 4,8 por cento acima da temporada anterior.

A Companhia Nacional de Abastecimento estimou na quinta-feira que a safra brasileira de soja vai atingir o recorde de 90,33 milhões de toneladas, 11 por cento acima da temporada anterior.

PARANÁ E RIO GRANDE DO SUL

No Paraná, segundo principal produtor de soja do país, já há alguns registros de colheita nesta semana, disse nesta sexta-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), ligado ao governo do Estado.

No relatório mais recente, referente à semana passada, ainda não havia registros de colheita, mas 95 por cento das lavouras estavam em condições boas.

“Os primeiros relatos de colheita escutamos nessa semana. De uma forma geral, a safra é muito boa”, disse à Reuters o economista do Deral, Marcelo Garrido.

Dezembro foi um mês de chuvas abaixo do esperado no Paraná, o que poderia reduzir a produtividade de algumas lavouras, especialmente as plantadas mais cedo, disse ele, ressaltando que as chuvas voltaram ao Estado na virada do ano.

“Uma perda pontual, aqui ali, é natural, mas no todo, as áreas que foram plantadas mais tarde devem compensar essas perdas da soja precoce, se elas vierem a ocorrer.”

Enquanto isso, no Rio Grande do Sul, terceiro principal Estado produtor, 88 das plantações ainda estão nas fases iniciais, de germinação e desenvolvimento vegetativo, disse nesta sexta-feira a Emater/RS, em relatório.

“A estiagem ocorrida em fins de dezembro não ocasionou perdas significativas na cultura, apenas atrasou o desenvolvimento vegetativo das plantas e o retorno das chuvas trouxe tranquilidade para os sojicultores”, disse o órgão de assistência rural, vinculado ao governo estadual.

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