Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Exportação

Crédito de longo prazo à exportação tem forte alta

Com o temor da volatilidade típica de períodos eleitorais, as empresas brasileiras estão aumentando os prazos de suas operações de financiamento à exportação.

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Crédito de longo prazo à exportação tem forte alta

Com o temor da volatilidade típica de períodos eleitorais, as empresas brasileiras estão aumentando os prazos de suas operações de financiamento à exportação e diminuindo a procura por crédito de curto prazo (ACC e ACE). O volume de câmbio contratado para operações de pagamento antecipado (que incluem o pré-pagamento à exportação) foi recorde em 2013 – US$ 62,6 bilhões, com avanço de 55,3% na comparação com o ano anterior. Já o volume contratado para o adiantamento de contrato de câmbio, que tem prazo máximo de um ano, recuou 19,6%, para US$ 38,3 bilhões

O ano também começou forte para a modalidade de prazo mais longo, com US$ 6,3 bilhões contratados. “O ACC é uma operação de muito curto prazo. Em um momento de volatilidade, os exportadores têm preferido tomar o pagamento antecipado”, afirma Paulo Cesar Souza, executivo de global banking do HSBC.
 
O crescimento das linhas de pré-pagamento ocorreu após a retirada, no fim de 2012, das restrições de prazo calibradas pelo pagamento de IOF estabelecidas para deter o enorme fluxo de recursos externos no país. A farta liquidez entre os bancos hoje, diante do menor apetite das empresas por crédito, também contribui para o aumento de operações de prazo maior.

O pré-pagamento é comumente usado por exportadores para trazer os dólares captados no exterior (via bônus ou contratação de empréstimos). Ao fechar o pré-pagamento, o dinheiro entra no Brasil com isenção fiscal – sem IOF em contratos de até cinco anos – e também sem incidência de Imposto de Renda na saída do país para pagamento de juros.

A oscilação esperada para os próximos meses deve manter em alta as linhas mais longas. Mas a demanda por crédito em geral dependerá do desempenho das exportações, que por enquanto não reagiram. “O dólar valorizado ajuda a aumentar a rentabilidade para o exportador, mas a procura por financiamentos está mais ligada à demanda internacional por commodities”, diz Miguel Albero, superintendente de “trade financing” do Santander.

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