Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 139,99 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 146,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,11 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 4,95 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,55 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,70 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 143,29 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 151,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 159,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 134,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 149,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,20 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,21 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.416,10 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.321,52 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 145,03 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 160,52 / cx
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Economia

Brasil cai 4 posições, entre piores em ranking de competitividade

Publicado anualmente desde 1989, o guia avalia 60 países. No ano anterior, o Brasil estava em uma posição um pouco melhor, ocupava o 51º lugar.

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Brasil cai 4 posições, entre piores em ranking de competitividade

O Brasil caiu quatro posições no ranking de competitividade e está entre as sete piores economias do Índice de Competitividade Mundial 2014 (World Competitiveness Yearbook – WCY), que será divulgado hoje pelo Institute for Management Development (IMD) e pela Fundação Dom Cabral. O país agora ocupa o 54ºlugar, somente à frente de Eslovênia, Bulgária, Grécia, Argentina, Croácia e Venezuela.

Publicado anualmente desde 1989, o guia avalia 60 países. No ano anterior, o Brasil estava em uma posição um pouco melhor, ocupava o 51 ºlugar.

De acordo com Carlos Primo Braga, professor do IMD e diretor do grupo Evian, o mais importante a constatar é que há uma tendência de declínio do Brasil porque pelo quarto ano consecutivo ele apresenta piora na sua classificação. Braga explica que eventualmente de um ano para o outro há casos de pioras pontuais na posição relativa de um país, mas no caso brasileiro já se constata a deterioração em um horizonte de longo prazo. Em quatro anos, o país perdeu 16 posições. Em 2010, quando a pesquisa avaliava 58 países, como comparação, o Brasil ocupava o 38 º lugar.

Segundo Braga, houve piora principalmente do ambiente de negócios, destacou ele, citando, entre vários fatores que contribuem para isso, a baixa produtividade do trabalho, pela pouca qualificação da mão de obra.

O ranking tem quatro pilares para mensuração dos resultados: performance econômica, eficiência do governo, eficiência dos negócios e infraestrutura. São ao todo 338 critérios dos quais dois terços são relacionados a informações estatísticas (os indicadores usados referem-se a 2013) e um terço é elaborado a partir de questionários com empresários.

A pesquisa mostra que o Brasil manteve no ranking de 2014 uma má performance em itens como: infraestrutura, considerada precária; abertura da economia, avaliada como pequena por Braga e ruim para o crescimento do país; e pela sua estrutura institucional-regulatória, tida como ineficiente. Entre outros problemas do país também está o “aumento significativo de preços”.

Em relação à eficiência do governo, o Brasil está desde 2011 entre os cinco piores países, por não apresentar “simplificação nas legislações trabalhistas e no sistema regulatório”. Pesam desfavoravelmente também a alta carga tributária direta e indireta e as taxas de juros de curto e longo prazos que desestimulam o investimento na produção.

“A redução do custo de se fazer negócios no Brasil deveria ser prioridade do governo, deveria haver formas de reduzir burocracia, de aumentar a transparência e com isso reduzir a possibilidade de corrupção. São coisas que deveriam estar no topo da agenda do governo”, diz Braga.

A maioria dos países emergentes apresentou uma piora em relação à sua classificação no ano anterior na pesquisa. De acordo com Braga, além de ter ocorrido uma melhora relativa de economias centrais da Europa (como Alemanha) e do Japão, houve um crescimento econômico menor dos emergentes que explicam essa deterioração. Segundo o ranking, o melhor país em competitividade são os Estados Unidos (que já lideravam em 2013), seguido pela Suíça, Cingapura e Hong Kong.

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  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
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    Grande São Paulo (SP)
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