Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

Bill Gates investe na utilização da urina para produção de energia

Uma equipe no Reino Unido trabalhando no desenvolvimento de uma nova técnica para transformar a urina em uma fonte viável de energia elétrica

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Bill Gates investe na utilização da urina para produção de energia

Fluidos corporais podem ser a próxima matriz energética do mundo? A ideia pode até não se concretizar, mas já há uma equipe no Reino Unido trabalhando no desenvolvimento de uma nova técnica para transformar a urina em uma fonte viável de energia elétrica, que eles estão chamando de “urina-tricidade”, com o apoio da Gates Foundation, organização sem fins lucrativos mantida por Bill Gates.

A técnica utiliza o MFC (células de combustíveis de micróbios), que usa microorganismos vivos. A urina passa pelo MFC e é metabolizada, liberando elétrons. Eletrodos captam estes elétrons que, quando conectados a um circuito externo geram corrente elétrica. Nos testes, foram recarregadas baterias comerciais como as encontradas nos smartphones.

A equipe de bioenergia, liderada pelo pesquisador Ioannis Ieropoulos, no Laboratório de Robótica de Bristol (uma parceria entre a Universidade de Bristol e a Universidade do Oeste da Inglaterra), tem o objetivo de fazer bom uso dos 6,4 trilhões de litros de urina que a humanidade produz anualmente.

Para os testes, os cientistas usaram urina recente, expelida havia menos de uma semana de um indivíduo saudável, com altura e peso medianos. Em outros testes, tentaram oferecer restos de comida, insetos mortos e pedaços de grama para os micróbios, mas nenhum gerou tanta corrente elétrica quanto a urina.

Segundo Ieropoulos, isso se deve ao fato de a urina ter uma concentração de material orgânico menor que os outros resíduos testados, saciando mais lentamente os micróbios. O baixo nível de carbono orgânico combinado à acidez e à condutividade elétrica fez a diferença na produção de corrente.

As pesquisas ainda estão iniciando, mas os cientistas envolvidos creem que isso poderá alavancar a energia renovável e poderia incentivar comercialmente a construção de mictórios e vasos sanitários, já que 2,5 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a saneamento básico.

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