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Ajinomoto inaugura segunda caldeira de biomassa no Brasil e visa reduzir em 68% emissão de CO2

O cavaco da madeira será usado na geração de energia em forma de vapor, que será empregada no funcionamento de toda a fábrica.

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Ajinomoto inaugura segunda caldeira de biomassa no Brasil e visa reduzir em 68% emissão de CO2

A Ajinomoto do Brasil, conhecida principalmente por suas marcas de varejo como SAZÓN®, MID® e VONO®, acaba de instalar uma caldeira de biomassa em sua fábrica de Pederneiras, cidade do interior de São Paulo. O objetivo da empresa é reduzir custos e diversificar sua fonte energética, diminuindo a emissão de carbono ao utilizar uma fonte renovável de energia: o cavaco de madeira. O investimento total para a implantação da caldeira foi de R$ 6,4 milhões, aplicados no sistema de alimentação, estocagem de biomassa e compra de novos equipamentos.

 O cavaco da madeira será usado na geração de energia em forma de vapor, que será empregada no funcionamento de toda a fábrica. Com isso, a expectativa da empresa é de que a caldeira supra mais de 70% da necessidade de vapor gerado pela fábrica e de que haja uma economia financeira em torno de R$ 465 mil mensalmente.

 Desta forma, a unidade de Pederneiras espera contribuir significativa e gradativamente na diminuição da emissão de carbono e reduzir em 68% a emissão de CO2 no meio ambiente. “Com esta caldeira, a segunda da Ajinomoto no País, aumentaremos nosso grau de competitividade graças à redução de custo de produção, bem como da dependência de combustíveis fósseis e incrementaremos nossa contribuição sustentável à comunidade onde atuamos, conforme as premissas do Plano de Emissão Zero, adotado pelo Grupo Ajinomoto e seguido por todas as afiliadas, desde 2005”, explica Nilo Kumagae, diretor industrial da empresa.

Sustentabilidade em foco
 A primeira caldeira da companhia no Brasil foi instalada na fábrica de Laranjal Paulista, em 2012. Nesta unidade, há uma moenda que extrai o caldo da cana-de-açúcar – matéria-prima utilizada no processo produtivo – do qual é gerado o bagaço que, posteriormente, é utilizado como biomassa, para gerar energia em forma de vapor. Em Laranjal Paulista, a empresa tem cumprido sua meta de reduzir ao máximo as emissões geradas em seus processos desde a inauguração desta caldeira. Até o término do Ano Fiscal 2013* houve redução de 26,6 mil toneladas na emissão de CO2.

 Já na fábrica de Pederneiras, a caldeira foi projetada para a queima de cavaco de madeira e bagaço (no caso de uso do bagaço, com proporção máxima de 20%). Além de ser mais abundante na região, o cavaco tem a seu favor a praticidade de uso e o poder calórico maior que o bagaço de cana-de-açúcar. Além disso, é uma fonte renovável de energia com baixo custo de aquisição, que não emite dióxido de enxofre e suas emissões gasosas não aumentam o efeito estufa. Na fase de testes (de setembro a dezembro de 2014), já foi possível suprir a produção com 60% do vapor gerado através dessa fonte energética.

 *Ano Fiscal da Ajinomoto: de 2013 teve início em 01/04/2013 e término em 31/03/2014.

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