Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Dilma vai reduzir promessa de economia

Meta de superávit neste ano pode cair do atual 1,1% do PIB para 0,15%; Levy e Barbosa divergem sobre esforço fiscal.

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Dilma vai reduzir promessa de economia

A presidente Dilma decidiu reduzir a meta fiscal deste ano e vai fazer um novo corte provisório de gastos no Orçamento da União para melhorar o desempenho das contas públicas neste ano.

Segundo a Folha apurou, o número que estava sendo fechado nesta terça-feira (21) à noite pode reduzir o superavit primário de 1,1% para 0,15% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2015.

Um assessor presidencial disse que, para cumprir esta nova meta, o governo fará um corte adicional no Orçamento, além do feito no início do ano, de R$ 70 bilhões.

O número final estava sendo fechado em reunião da presidente Dilma com sua equipe e os debates estavam concentrados no tamanho do novo bloqueio de gastos.

Enquanto o Ministério da Fazenda defendia um corte significativo, o do Planejamento defendia o menor bloqueio possível para evitar uma paralisia do governo.

Os ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento) já vinham divergindo sobre a redução da meta. Levy buscava garantir a menor redução da meta possível. Sua equipe técnica chegou a falar em algo acima de 0,8% do PIB. Já o Planejamento defendia reduzir a meta fiscal para cerca de 0,6%.

Segundo técnicos, os estudos sobre o comportamento da receita, que registrou uma queda real de 2,9% no primeiro semestre, indicaram que a situação fiscal do governo estava pior do que o previsto.

Daí a avaliação de que a redução da meta teria de ser bem maior do que a defendida inicialmente pela equipe econômica, tanto da Fazenda como do Planejamento.

A nova meta será anunciada oficialmente nesta quarta (22), quando o governo tem de divulgar sua programação orçamentária bimestral, apontando a situação real das contas públicas da União (leia texto ao lado).

No Congresso, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) já apresentou uma emenda alterando a meta deste ano para 0,4% do PIB, mas deve ser acionado pelo governo para ajustar sua emenda ao novo número do superavit.

Novo cenário

Nesta terça, Levy já dava indicações de que o governo poderia reduzir sua meta. “O relatório [da programação orçamentária] está indicando mudança no cenário de arrecadação e econômico, esperamos poder responder [a esta situação] com vigor e mais realismo”, afirmou.

Numa sinalização de que a meta de fato será reduzida, ele disse que o governo “tem plena consciência que mudar eventualmente a meta não significa o fim do ajuste, pelo contrário, vamos ter que continuar fazendo o ajuste”.

Para o governo, a meta fiscal inicial ficou inviável diante da desaceleração mais forte da economia neste ano.

O país vai registrar recessão no primeiro ano do segundo mandato da petista. Oficialmente, o governo já prevê um recuo de 1,5% no PIB, mas teme que ele seja ainda maior, de até 2%.

Além do corte, a Fazenda estuda novas medidas que poderiam gerar até R$ 50 bilhões neste ano.

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