Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,51 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,90 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,07 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,38 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,66 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,68 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.349,10 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.294,62 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 153,69 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 154,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Entidades

Andef discute a propriedade intelectual no setor de defensivos

Entidade falará sobre a importância da defesa vegetal para o futuro da alimentação no XXXV Congresso Anual da ABPI.

Compartilhar essa notícia

Nos últimos 40 anos, o Brasil passou de importador de produtos básicos para um dos maiores fornecedores de alimentos, carnes, fibras e biocombustíves do mundo. Se hoje somos uma potência agro, essa transformação se deu através da adoção de novas tecnologias pelos produtores brasileiros. Buscando mostrar a importância da propriedade intelectual no setor de defeniívos agrícolas, a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) participa do Congresso Anual da ABPI, evento internacional que acontece no Rio de Janeiro, entre os dias 10 e 14 de outubro.
 
O evento visa discutir a propriedade intelectual como fator de desenvolvimento econômico do país e chega à sua 35a. edição em 2015. Referência na área de propriedade intelectual, o Congresso deve reunir neste ano mais de 1000 especialistas de todo o mundo. A Andef terá um estande próprio no local, onde serão mostrados a história da evolução do agronegócio brasileiro através da tecnologia e os desafios da indústria de defensivos no Brasil.
 
“Para que os produtores tenham à disposição produtos confiáveis e eficientes no combate às pragas, as indústrias investem bilhões de dólares todos os anos em pesquisa e desenvolvimento de novas moléculas”,afirma Roberto Santanna, consultor jurídico da Andef e um dos palestrantes do evento. Segundo ele, o setor de defensivos é um dos que mais investem em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos – estima-se até 5% do faturamento das indústrias. “Esse investimento é fundamental, já que o desenvolvimento de um novo defensivo agrícola, desde a pesquisa até a fase de comercialização, leva até 10 anos e custa em média 250 milhões de dólares”.
 
A propriedade intelectual é importante para que esses investimentos sejam mantidos e novos produtos, ainda mais eficientes, sigam sendo lançados. No Brasil, o período que as empresas desenvolvedoras têm para recuperar o investimento é encurtado devido à burocracia no processo de registro dos produtos. Atualmente, o tempo para aprovação de um novo defensivo pode ultrapassar os cinco anos. Hoje, existem mais de 1000 defensivos agrícolas à espera de aprovação no Brasil.
 
“Defender a propriedade intelectual no setor de defensivos agrícolas é fundamental para garantir o futuro da alimentação em nosso planeta”, diz Roberto Santanna, lembrando que a população mundial tem crescido rapidamente e seguirá avançando nas próximas décadas. Os números não deixam dúvida disso. Se há dois séculos a Terra tinha menos de um bilhão de habitantes, atualmente nosso planeta abriga mais de sete bilhões de pessoas. De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (Fao-Onu), até 2050 seremos 9.3 bilhões. Um acréscimo de mais de dois bilhões de pessoas, ou quase 10 vezes a população do Brasil, que precisará ser alimentada.
 
Diante desse cenário, a pergunta que fica é: de onde virá esse alimento extra, já que as terras agricultáveis são finitas? Para a Fao, a resposta é óbvia. Esse ganho de produtividade só se dará através do uso da tecnologia no campo. Nas últimas décadas, graças ao uso de novos implementos, a produtividade nas lavouras aumentou substancialmente, o que permitiu a retirada de milhões de pessoas da situação de fome em várias partes do mundo.
 
Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mostram que a produtividade média nas lavouras brasileiras saltou de 1.2 tonelada por hectare, na safra 1976/77, para quase 3.5 toneladas, na safra 2014/15. No caso de algumas culturas, como o milho, o avanço foi ainda mais expressivo: de 1.6 tonelada/ha em 1977 para 4.9 toneladas por hectare em 2015.
 
Mas ainda existe muito espaço para o crescimento do agronegócio brasileiro. A Fao-Onu projeta que o Brasil será o principal responsável pelo aumento da produção global de alimentos nas próximas décadas, respondendo por até 40% do acréscimo total. No entanto, nada disso acontecerá sem o uso das novas tecnologias que surgem a cada dia para auxiliar o trabalho do produtor rural brasileiro.

Assuntos Relacionados congresso
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 65,51
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,81
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,53
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,71
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,44
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,78
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,90
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,07
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,24
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 155,07
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 160,23
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,37
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 180,07
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 146,77
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 169,38
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,66
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,68
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.349,10
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.294,62
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 178,05
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 153,69
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 154,65
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 172,66
    cx

Relacionados

AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326