Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

Relatório aponta que Brasil foi o quarto País em crescimento de energia eólica em 2015

Relatório anual do Global World Energy Council aponta que um novo recorde mundial foi quebrado, com a entrada de mais 63GW de energia eólica em operação no ano.

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Relatório aponta que Brasil foi o quarto País em crescimento de energia eólica em 2015

O GWEC – Global World Energy Council divulgou seu relatório anual com dados mundiais de energia eólica, o 2015 Global Wind Market Report. O Brasil é um importante destaque deste trabalho, já que a capacidade instalada brasileira de energia eólica tem apresentado crescimentos que se destacam na América Latina e também no ranking mundial da entidade. O relatório mostra que, em 2015, foram adicionados 2,75 GW de energia eólica à produção do País, com novas 1.373 turbinas em 111 parques eólicos, superando a marca dos 2,5 GW instalados em 2014. Veja abaixo o crescimento brasileiro apontado pelo relatório:

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“O Brasil tem alguns dos melhores ventos do mundo, três vezes superior à necessidade de eletricidade do País”. Este ano, o recorde de geração eólica do Brasil foi quebrado por produzir 10% da demanda nacional de energia no dia 2 de novembro, mostrando o excelente desempenho operacional da energia eólica no Brasil. O sólido crescimento da indústria eólica brasileira deverá continuar: o governo brasileiro, em conjunto com a indústria eólica, estabeleceu uma meta de alcançar 24 GW de energia eólica de em 2024, cobrindo 11% da geração do Brasil. A energia eólica já contratada para 2019 deve trazer capacidade instalada total de 18,67 GW”, aponta o relatório do GWEC, que também afirma que “o Brasil segue como o mercado mais promissor na América Latina”.

 Na análise mundial, o GWEC afirma que 2015 foi “um ano sem precedente para a indústria eólica, já que as instalações do ano passaram a marca de 60 GW pela primeira vez na história, ultrapassando 63 GW de nova capacidade eólica. O último recorde havia sido em 2014 quando 51,7 GW foram instaladas no mundo todo”.

De acordo com o GWEC (veja ranking abaixo), o Brasil foi o quarto país em crescimento de energia eólica no mundo em 2015, atrás da China, Estados Unidos e Alemanha e representando 4,3% do total de nova capacidade instalada no ano passado no mundo todo. “Mesmo com a crise econômica que o Brasil está atravessando, a indústria eólica segue crescendo e tem se destacado cada vez mais, com perspectivas muito otimistas. Esta semana, por exemplo, a Empresa de Pesquisa Energética – EPE habilitou 802 projetos para o Leilão A-5 2016, que será realizado em 29 de abril, para contratar energia elétrica para ser fornecida a partir de 2021. No total, foram 29.628 megawatts de capacidade instalada de várias fontes. E a notícia importante é que a principal fonte desses projetos habilitados é a eólica, com 17.131 MW”, avalia Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica.

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