Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
Destaque Todas Páginas
Bioenergia

Biomassa do Setor Sucroenergético é responsável por 82% da bioeletricidade ofertada no Brasil

O Setor Sucroenergético contribuiu de forma efetiva para esse resultado

Compartilhar essa notícia
Biomassa do Setor Sucroenergético é responsável por 82% da bioeletricidade ofertada no Brasil

Em 2018, a bioeletricidade se destacou como a terceira fonte mais importante na Oferta Interna de Energia Elétrica (OIEE) no Brasil. O Setor Sucroenergético contribuiu de forma efetiva para esse resultado, uma vez que do total de bioeletricidade ofertada para a rede, 82% foram produzidos a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A informação consta no Boletim Mensal de Energia, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

Os números indicam que a geração hídrica permanece na liderança com 67% do total da OIEE, seguida pelo gás natural com 8,5%, com a fonte biomassa aparecendo na terceira posição, que gerou 52,5 TWh.

Apesar do resultado favorável no último ano, o gerente em Bioeletricidade da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Zilmar Souza, acredita que o desempenho poderia ter sido ainda melhor, não fosse a falta de regulação na metodologia de revisão da garantia física das usinas à biomassa, variável que determina a quantidade máxima de energia que uma usina pode comercializar no mercado.

Em nota, o dirigente da entidade ressalta que resolvidas tais questões judiciais, o setor de biomassa de cana pode ser crescer ainda mais na matriz.

“Recentemente, apresentamos propostas ao Ministério de Minas e Energia para melhorar esta questão da garantia física e estamos aguardando a avaliação. Acreditamos que resolvendo a judicialização no Mercado de Curto Prazo e com a definição de uma garantia física mais aderente às usinas, a bioeletricidade tenha capacidade para produzir 20% ou mais nas próximas safras, sem aumentar a capacidade instalada, apenas maximizando as possibilidades de geração com a biomassa própria e de terceiros”, avalia Souza.

 

Assuntos Relacionados
bioenergiabiomassa
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343