Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

Biomassa do Setor Sucroenergético é responsável por 82% da bioeletricidade ofertada no Brasil

O Setor Sucroenergético contribuiu de forma efetiva para esse resultado

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Biomassa do Setor Sucroenergético é responsável por 82% da bioeletricidade ofertada no Brasil

Em 2018, a bioeletricidade se destacou como a terceira fonte mais importante na Oferta Interna de Energia Elétrica (OIEE) no Brasil. O Setor Sucroenergético contribuiu de forma efetiva para esse resultado, uma vez que do total de bioeletricidade ofertada para a rede, 82% foram produzidos a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A informação consta no Boletim Mensal de Energia, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

Os números indicam que a geração hídrica permanece na liderança com 67% do total da OIEE, seguida pelo gás natural com 8,5%, com a fonte biomassa aparecendo na terceira posição, que gerou 52,5 TWh.

Apesar do resultado favorável no último ano, o gerente em Bioeletricidade da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Zilmar Souza, acredita que o desempenho poderia ter sido ainda melhor, não fosse a falta de regulação na metodologia de revisão da garantia física das usinas à biomassa, variável que determina a quantidade máxima de energia que uma usina pode comercializar no mercado.

Em nota, o dirigente da entidade ressalta que resolvidas tais questões judiciais, o setor de biomassa de cana pode ser crescer ainda mais na matriz.

“Recentemente, apresentamos propostas ao Ministério de Minas e Energia para melhorar esta questão da garantia física e estamos aguardando a avaliação. Acreditamos que resolvendo a judicialização no Mercado de Curto Prazo e com a definição de uma garantia física mais aderente às usinas, a bioeletricidade tenha capacidade para produzir 20% ou mais nas próximas safras, sem aumentar a capacidade instalada, apenas maximizando as possibilidades de geração com a biomassa própria e de terceiros”, avalia Souza.

 

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