Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Bioenergia

Programa oferece placas solares e promove o acesso à energia em comunidades da Amazônia

Desde que surgiu em 2020, o projeto tem como meta levar energia, apenas com placas solares, para cerca de 1 milhão de pessoas na região da Amazônia Legal

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Programa oferece placas solares e promove o acesso à energia em comunidades da Amazônia

Ao fornecer energia solar por meio de painéis fotovoltaicos e baterias para armazenamento, o programa “Mais Luz para a Amazônia” possibilita melhorias significativas nessas comunidades.  Desde que surgiu em 2020, o projeto tem como meta levar energia, apenas com placas solares, para cerca de 1 milhão de pessoas na região da Amazônia Legal.

“São vilarejos ou pequenos grupos de pessoas que estão muito longe dessa fonte de energia e, levar energia até essas pessoas é difícil, porque você teria que levar a linha de transmissão até uma região muito distante e muitas vezes tendo que atravessar florestas ou região de rios”, explica Vinícius Oliveira, especialista em energia do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA).

“A partir do momento que você leva alimento para essas pessoas, você tem uma revolução local. Permite que pessoas possam fazer cursos a longa distância porque agora tem energia, acesso à comunicação. Postos de saúde podem ser implementados, ou seja, vacinas e alguns medicamentos podem estar nas comunidades, não dependem de um ter um transporte de longa distância”, ressalta Vinícius.

Conforme destaca o especialista, a escolha da energia solar como tecnologia principal para o programa se deve aos custos e à facilidade de instalação dos painéis fotovoltaicos, tornando-os a opção mais viável para a região da Amazônia.

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