Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
Destaque Todas Páginas

Exportadores voltam a ter crédito

Juros diminuíram e prazos para o pagamento aumentaram.

Compartilhar essa notícia

Da Redação 17/01/2003 – Com a melhora do cenário macroeconômico, o crédito a exportação começa a voltar para as agroindústrias. As taxas de juros estão caindo e os prazos de pagamento aumentam. “O furacão já passou”, diz Marco Aurélio Carvalho, gerente-financeiro da trading Coimex.

As linhas de crédito mais comuns para os exportadores são os Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACCs). A redução do risco-país foi um dos principais motivos para a queda dos juros. O índice caiu 12,16% desde o início do ano, para 1.264 pontos nesta quarta-feira (15).

Além disso, como há mais bancos ofertando as taxas de juro cobradas são menores. Outro fator favorável são as recentes captações de bancos, que aumentam o volume de crédito no mercado. Os prazos de pagamento também estão maiores. Ao invés dos 90 dias obtidos em 2002, o setor consegue linhas de 180 e até 360 dias. “O câmbio ainda é competitivo para exportar. Com a queda das taxas de captação, o cenário é favorável”, avalia João Luís Corbett, diretor-financeiro da SAB Trading. O real se valorizou 7,12% este ano.

A oferta de ACCs também melhorou para os frigoríficos. De acordo com Antônio Mondelli Júnior, da área de exportação do Frigorífico Mondelli, de Bauru, de dezembro para cá, os bancos voltaram a ofertar recursos para ACCs.

A oferta de linhas voltou, mas o Mondelli ainda negocia taxas menores de juros. Na sexta-feira passada, fechou um ACC com juros de 12% ao ano. Antes da crise, as taxas ficavam em 7,5% ao ano.

Mais sorte teve o frigorífico Minerva, de Barretos, que já conseguiu fechar ACCs com juros de 8% ao ano esta semana. “Esperamos que caia para 6%”, diz Edivar Vilela, presidente do Minerva. Segundo ele, as taxas alcançaram 12% no auge da crise.
 

Assuntos Relacionados
créditoeconomia
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343