Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Exportadores voltam a ter crédito

Juros diminuíram e prazos para o pagamento aumentaram.

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Da Redação 17/01/2003 – Com a melhora do cenário macroeconômico, o crédito a exportação começa a voltar para as agroindústrias. As taxas de juros estão caindo e os prazos de pagamento aumentam. “O furacão já passou”, diz Marco Aurélio Carvalho, gerente-financeiro da trading Coimex.

As linhas de crédito mais comuns para os exportadores são os Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACCs). A redução do risco-país foi um dos principais motivos para a queda dos juros. O índice caiu 12,16% desde o início do ano, para 1.264 pontos nesta quarta-feira (15).

Além disso, como há mais bancos ofertando as taxas de juro cobradas são menores. Outro fator favorável são as recentes captações de bancos, que aumentam o volume de crédito no mercado. Os prazos de pagamento também estão maiores. Ao invés dos 90 dias obtidos em 2002, o setor consegue linhas de 180 e até 360 dias. “O câmbio ainda é competitivo para exportar. Com a queda das taxas de captação, o cenário é favorável”, avalia João Luís Corbett, diretor-financeiro da SAB Trading. O real se valorizou 7,12% este ano.

A oferta de ACCs também melhorou para os frigoríficos. De acordo com Antônio Mondelli Júnior, da área de exportação do Frigorífico Mondelli, de Bauru, de dezembro para cá, os bancos voltaram a ofertar recursos para ACCs.

A oferta de linhas voltou, mas o Mondelli ainda negocia taxas menores de juros. Na sexta-feira passada, fechou um ACC com juros de 12% ao ano. Antes da crise, as taxas ficavam em 7,5% ao ano.

Mais sorte teve o frigorífico Minerva, de Barretos, que já conseguiu fechar ACCs com juros de 8% ao ano esta semana. “Esperamos que caia para 6%”, diz Edivar Vilela, presidente do Minerva. Segundo ele, as taxas alcançaram 12% no auge da crise.
 

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