Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas

Preços agrícolas sobem menos que a inflação

Sustentados pela entressafra de grãos, preços agropecuários permanecem estáveis em novembro.

Compartilhar essa notícia

Da Redação 02/12/2003 – 04h20 – Ainda sustentados basicamente pela entressafra de grãos, os preços recebidos pelos produtores agropecuários brasileiros permaneceram, em média, relativamente estáveis em novembro no mercado doméstico. A mesma estabilidade, também com algumas exceções, pode ser verificada no atacado e no varejo, e as perspectivas para dezembro apontam para a manutenção do quadro atual, segundo especialistas.

Em São Paulo, maior mercado consumidor do país, o índice de preços recebidos (IPR) pelos produtores, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – ligado à Secretaria de Agricultura do Estado – confirma a tendência. O indicador encerrou o mês passado com variação de 0,23%, 0,7 ponto percentual a menos que em outubro, mas ainda em terreno positivo, pelo quarto mês consecutivo. Para dezembro, Nelson Martin, diretor do IEA, estima alta de até 0,5%.

Em novembro, o IPR voltou a encontrar no grupo de produtos de origem vegetal um “colchão”. No grupo, que em média subiu 0,8% no mês, os destaques foram as altas do algodão (35,59%), do milho (17,65%) e do amendoim (12,12%). Entre os produtos de origem animal – que, em média, caíram 0,95% -, chamaram a atenção as quedas dos ovos (10%) e do leite (7,84%), mas não passou despercebida a recuperação das aves, que saltaram 6,9%.

Com o resultado de novembro, o IPR acumulou, nos onze primeiros meses do ano, variação positiva de 0,71%, abaixo dos principais índices que medem a inflação no país. O IGP-M, por exemplo, subiu 8,04% no mesmo intervalo, enquanto o IPC-Fipe, conforme estimativa preliminar do IEA, registrou alta de 7,65%. Nos últimos doze meses até novembro último, o produtor agropecuário também viu seu poder de troca cair. A variação positiva foi de 3,08%, ante 12,09% do IGP-M e 9,62% do IPC-Fipe (previsão do IEA.).

Com esse comportamento, os reflexos dos preços agrícolas médios na inflação deixaram de ser uma preocupação, exceto nos casos do arroz e do algodão e do frango, observa Douglas Nakazone, pesquisador do núcleo agrícola da Fipe. Até porque no atacado, eles estão em queda. Segundo levantamento da FSilveira Consultoria, em São Paulo esta retração foi de 0,4% na semana entre 20 e 27 de novembro em relação à semana imediatamente anterior. Foi a quinta variação negativa seguida da cesta de 11 produtos pesquisada pela consultoria.

Assuntos Relacionados
economiainflaçãopreços
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343