Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Peso do agronegócio no PIB não é valorizado

Segundo o BID, o peso da agricultura na economia de um país tem sido subestimado mais do que se possa imaginar por causa de cálculos tradicionais que não deveriam ser mais utilizados.

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Da Redação 25/02/2004 – 05h35 – O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) afirma que, até agora, o verdadeiro peso da agricultura na economia de um país tem sido subestimado mais do que se possa imaginar por causa de cálculos tradicionais que não deveriam ser mais utilizados. Para o BID: “chegou a hora de calcular a real contribuição do setor no Produto Interno Bruto (PIB) de uma nação”. Conforme recente estudo encomendado pelo Grupo Interagência para o Desenvolvimento Rural da América Latina e o Caribe, os cálculos tradicionais levam em conta apenas as vendas de matéria-prima, como cultura e gado, deixando de lado as cadeias de produção geradas na agroindústria, no comércio e no setor de serviços, assim como o valor adicional que agregam ao PIB.

O estudo conduzido pelo Instituto Interamericano para a Cooperação na Agricultura (IICA), propõe um novo indicador, mais amplo, para valorizar o peso que a agricultura realmente tem na economia de um país. Por esse novo modelo, que sugere que a agricultura e as atividades econômicas que ela gera contribui muito mais do que se imagina, o PIB agrícola no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Canadá, Costa Rica, México, Peru, EUA, Uruguai e Venezuela, seria muito maior do que é na atualidade. No Brasil, o estudo mostra que a contribuição da agricultura no PIB do país passaria de 4,3% para 26,2%, na Argentina, de 4,6% para 32,2%. Nos países desenvolvidos, os saltos não são tão significativos, mas a tendência é a mesma.

Para o banco, esse “descobrimento” permitiria antecipar um aumento dos investimentos no agronegócio, pelo menos enquanto se definem leis que adotem de maneira eficiente o desenvolvimento econômico e social.

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