Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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OMC fecha acordo contra subsídios

Decisão favorece retomada das negociações da Rodada de Doha, travadas desde 2003.

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Da Redação 02/08/2004 07h19 – Os países-membros da Organização Mundial de Comércio (OMC) fecharam um acordo histórico na noite de sábado para cortar bilhões de dólares de subsídios agrícolas, criar mais mercados industriais abertos e retomar as negociações sobre comércio internacional.

Depois de cinco dias de discussões, os 147 principais atores da OMC concordaram formalmente em uma pauta de diretrizes para a continuação das negociações na Rodada de Doha (em Catar), que permaneceram adormecidas por meses, desde o último encontro, em setembro do ano passado, em Cancún, no México.

O acordo aponta para reformas no setor agrícola dos países ricos e garante que uma data para a eliminação dos subsídios à exportação será negociada. Esse, por sinal, era o principal obstáculo das negociações, já que países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, criticavam brechas no acordo para a manutenção dos privilégios das economias ricas.

Depois de atravessar a noite na sede da organização, em Genebra, buscando uma saída para o impasse em torno do texto, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, finalmente comemorou a definição de uma data para o fim dos subsídios. “Este é o começo do fim dos subsídios. Subsídios para a exportação serão eliminados antes”, disse.

Acusados de desequilibrar o comércio mundial com os subsídios a seus agricultores, os Estados Unidos também consideraram o acordo positivo. O texto, porém, deixa para o futuro a solução de questões problemáticas, como subsídios domésticos e acesso a mercados. Mas, para o chanceler Celso Amorim, ele tem o seu valor.

“O texto é bom para os países emergentes. Sinceramente, avançamos quilômetros em relação a Cancún”, concluiu Amorim, que conseguiu convencer os EUA e a União Européia a reduzir alguns de seus apoios domésticos em 20% já no primeiro ano do acordo.

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