Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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OMC fecha acordo contra subsídios

Decisão favorece retomada das negociações da Rodada de Doha, travadas desde 2003.

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Da Redação 02/08/2004 07h19 – Os países-membros da Organização Mundial de Comércio (OMC) fecharam um acordo histórico na noite de sábado para cortar bilhões de dólares de subsídios agrícolas, criar mais mercados industriais abertos e retomar as negociações sobre comércio internacional.

Depois de cinco dias de discussões, os 147 principais atores da OMC concordaram formalmente em uma pauta de diretrizes para a continuação das negociações na Rodada de Doha (em Catar), que permaneceram adormecidas por meses, desde o último encontro, em setembro do ano passado, em Cancún, no México.

O acordo aponta para reformas no setor agrícola dos países ricos e garante que uma data para a eliminação dos subsídios à exportação será negociada. Esse, por sinal, era o principal obstáculo das negociações, já que países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, criticavam brechas no acordo para a manutenção dos privilégios das economias ricas.

Depois de atravessar a noite na sede da organização, em Genebra, buscando uma saída para o impasse em torno do texto, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, finalmente comemorou a definição de uma data para o fim dos subsídios. “Este é o começo do fim dos subsídios. Subsídios para a exportação serão eliminados antes”, disse.

Acusados de desequilibrar o comércio mundial com os subsídios a seus agricultores, os Estados Unidos também consideraram o acordo positivo. O texto, porém, deixa para o futuro a solução de questões problemáticas, como subsídios domésticos e acesso a mercados. Mas, para o chanceler Celso Amorim, ele tem o seu valor.

“O texto é bom para os países emergentes. Sinceramente, avançamos quilômetros em relação a Cancún”, concluiu Amorim, que conseguiu convencer os EUA e a União Européia a reduzir alguns de seus apoios domésticos em 20% já no primeiro ano do acordo.

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