Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Exportações do agronegócio batem novo recorde

Superávit comercial de julho foi 51,5% superior ao mesmo período de 2003.

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Da Redação 10/08/2004 – 06h00 – O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, divulgou nesta segunda-feira, dia 9, durante palestra no seminário internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Brasília, os novos recordes de exportação e saldo comercial positivo do agronegócio brasileiro nos primeiros sete meses deste ano. Puxadas pelo bom desempenho do complexo soja, carnes, café, açúcar e álcool, madeiras, lácteos e algodão, as vendas externas do setor alcançaram US$ 3,75 bilhões em julho, um aumento de 44,5% em relação a igual período de 2003.

Recorde histórico para o mês de julho, o superávit comercial de US$ 3,36 bilhões (51,5% superior a 2003) foi o segundo maior desde 1989, quando se iniciou a série estatística.

Esse desempenho tem permitido o saldo positivo da balança brasileira como um todo. O agronegócio, mais uma vez, alavanca os demais setores com seu saldo comercial. É possível prever um superávit superior a US$ 30 bilhões até o fim do ano”, diz Rodrigues.

O saldo ficou acima de US$ 3 bilhões pelo terceiro mês consecutivo.

Os dados da Secretaria de Produção e Comercialização do ministério mostram que o agronegócio foi responsável por 42,5% das exportações globais do Brasil em julho. De janeiro a julho, as exportações do setor somaram US$ 22,25 bilhões, um resultado 37,2% acima do registrado no mesmo período de 2003. O saldo comercial positivo somou US$ 19,45 bilhões um acréscimo de 44% sobre os US$ 13,5 bilhões do ano passado.

Nos sete primeiros meses do ano, destacaram-se as exportações do complexo soja (+47%), carnes (+63%), madeiras (+52,5%), lácteos (+60%), café (28,5%), açúcar e álcool (+56,5%) e cereais, farinhas e preparações (+266%). No acumulado dos últimos 12 meses, entre agosto de 2003 e julho de 2004, as exportações somaram US$ 36,67 bilhões (+27,5%) e o superávit, US$ 31,8 bilhões (+31,2%). Pela segunda vez, vendas externas e saldo comercial do agronegócio ultrapassaram essas cifras em 12 meses.

As exportações de carnes continuaram a crescer significativamente, chegando a US$ 493 milhões em julho (+75,5%) e a US$ 2,99 bilhões (+61%) no ano. O secretário de Produção e Comercialização, Linneu Costa Lima, destaca o aumento das exportações de carne bovina in natura (+84%) e de frango in natura (+61%) nestes sete meses. O desempenho reflete as mudanças causadas pelos focos do mal da “vaca louca” no Canadá e nos Estados Unidos, em 2003, e da “gripe do frango”, na Ásia, EUA e Canadá.

Em julho, o complexo soja foi o maior destaque nas exportações do setor. As vendas alcançaram US$ 1,12 bilhão, um resultado 56% superior aos US$ 718 milhões de julho de 2003. As vendas de soja em grãos cresceram 67% e de farelo, 24,3%. Houve crescimento das exportações para todos os continentes e blocos econômicos. Vendemos mais para União Européia (+51%); Ásia (+44%); Nafta, à exceção do México, (+27,7%); Oriente Médio (+43%); Europa Oriental (+48,7%); África (+63,5%); e Mercosul (+17%). Em termos de países de destino, registre-se o crescimento de 130% nas exportações para a Espanha; Irã (87%); Reino Unido (73,5%); Rússia (49,7%).

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