Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx

Pela metade

PIB do agronegócio deve ter crescimento de apenas 3,2% em 2004, metade da porcentagem registrada em 2003.

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Da Redação 06/12/2004 – As taxas de crescimento do agronegócio brasileiro projetadas para este ano estão distantes das obtidas em 2003, informou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Com a influência das condições climáticas, queda
dos preços mundiais dos grãos e a elevação dos preços dos insumos no mercado, o Produto Interno Bruto (PIB) do setor deverá encerrar o ano com crescimento de 3,2%, metade dos 6,5% registrados em 2003.

“Isso se deve tanto em relação ao aumento dos preços dos insumos quanto aos problemas climáticos neste ano”, afirmou a jornalistas na última sexta-feira (03/12) Getúlio Pernambuco, chefe do Departamento Econômico da CNA.

Com a elevação dos valores dos insumos industriais utilizados pelo setor rural, cresceram as despesas com a produção, ao mesmo tempo em que houve redução da receita nas vendas pelo produtor. Ele ressaltou, porém, que é importante verificar que o agronegócio continua apresentando taxas positivas de crescimento e que o desempenho dos últimos três anos acabou alargando a base de comparação.

Para 2005, as projeções da Confederação são bem modestas em razão da queda de preços no cenário internacional, que tende a se consolidar com o impacto da grande safra americana. “Ficaríamos felizes se chegássemos em 2005 com o mesmo nível de crescimento deste ano”, acrescentou Pernambuco.

Superávit

A balança do agronegócio atingiu superávit de US$ 29,02 bilhões entre janeiro e outubro, resultado de exportações de US$ 33,054 bilhões e importações de US$ 4,025 bilhões.

Carne e soja lideraram as exportações nacionais, enquanto a redução da importação de trigo, devido ao aumento da produção doméstica do grão, também contribuiu para o saldo favorável.

Em igual período do ano passado, o agronegócio registrava superávit de US$ 21,55 bilhões, fruto da diferença entre US$ 25,5 bilhões de exportações e US$ US$ 3,97 bilhões de importações.

“Em 2004, o Brasil comprovou o potencial de sua agropecuária, o que pode ser comprovado pelos resultados de exportações”, diz o chefe do Departamento de Comércio Exterior (Decex) da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antônio Donizeti Beraldo.

Para o economista, os números já acumulados permitem projetar que em todo o ano de 2004 o agronegócio registrará superávit comercial de US$ 30 bilhões, resultado de US$ 35 bilhões em exportações e US$ 5 bilhões em exportações.

Com esse resultado, o agronegócio será o principal responsável pela
sustentação do saldo positivo do conjunto da balança comercial brasileira, estimado em US$ 33 bilhões pelo Banco Central para este ano.

No ano passado, o agronegócio exportou US$ 30,639 bilhões e importou US$ 4,799 bilhões, gerando superávit de US$ 25,849 bilhões.

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