Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,47 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,70 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,39 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 154,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,27 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.566,88 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx

China cobra transparência e impõe condições à OMC

As autoridades de Pequim vão insistir para que o Brasil aceite o fato de que o mercado chinês para produtos agrícolas não sofra uma redução de tarifas como resultado das negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC).

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Redação (23/04/07) – A China, conhecida por seu regime pouco aberto politicamente, cobra ainda "transparência" nas negociações comerciais e alerta que o debate não pode mais ficar restrito somente a Brasil, Estados Unidos, União Européia e Índia (G-4). Em outras palavras, Pequim não quer continuar à margem do que se negocia na OMC e um acordo apenas entre os quatro principais atores não será aceito.

A Rodada Doha entra em sua fase decisiva nesta semana em Genebra. Desde que o processo foi suspenso em julho de 2006, o G-4 tomou para si a responsabilidade de solucionar o impasse. Mas, quase um ano depois, o grupo fracassou e agora, por pressão dos governos, o processo volta a ser debatido pelos 150 membros da OMC. Uma primeira proposta sobre como deve ser o acordo será apresentada nesta semana, o que está movimentando todos os países que, como a China, ficaram excluídos do processo por meses.

A realidade é que agora, além de ter de negociar a abertura dos mercados dos países ricos para seus produtos agrícolas, o Itamaraty terá de lidar com as intenções chinesas de manter seu mercado com barreiras por mais alguns anos. O embaixador da China na OMC, Sun Zhenyu, afirmou que recebeu garantias do Itamaraty de que o Brasil estaria disposto a negociar um tratamento especial para Pequim. "Há o entendimento de que nossa posição será atendida." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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