Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,81 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,71 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,70 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,63 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 151,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,71 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.574,15 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.459,99 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 135,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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China cobra transparência e impõe condições à OMC

As autoridades de Pequim vão insistir para que o Brasil aceite o fato de que o mercado chinês para produtos agrícolas não sofra uma redução de tarifas como resultado das negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC).

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Redação (23/04/07) – A China, conhecida por seu regime pouco aberto politicamente, cobra ainda "transparência" nas negociações comerciais e alerta que o debate não pode mais ficar restrito somente a Brasil, Estados Unidos, União Européia e Índia (G-4). Em outras palavras, Pequim não quer continuar à margem do que se negocia na OMC e um acordo apenas entre os quatro principais atores não será aceito.

A Rodada Doha entra em sua fase decisiva nesta semana em Genebra. Desde que o processo foi suspenso em julho de 2006, o G-4 tomou para si a responsabilidade de solucionar o impasse. Mas, quase um ano depois, o grupo fracassou e agora, por pressão dos governos, o processo volta a ser debatido pelos 150 membros da OMC. Uma primeira proposta sobre como deve ser o acordo será apresentada nesta semana, o que está movimentando todos os países que, como a China, ficaram excluídos do processo por meses.

A realidade é que agora, além de ter de negociar a abertura dos mercados dos países ricos para seus produtos agrícolas, o Itamaraty terá de lidar com as intenções chinesas de manter seu mercado com barreiras por mais alguns anos. O embaixador da China na OMC, Sun Zhenyu, afirmou que recebeu garantias do Itamaraty de que o Brasil estaria disposto a negociar um tratamento especial para Pequim. "Há o entendimento de que nossa posição será atendida." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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