Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas

Sistema vai identificar origem e corte da carne

Para frigorífico, a confiança do mundo na carne brasileira será ampliada.

Compartilhar essa notícia

Redação (14/07/2008)- O novo sistema de rastreamento permite a possibilidade de identificar a origem dos cortes, uma vez que os bois não serão mais monitorados por lotes, mas individualmente.

O comprador poderá saber a origem do corte, de onde saiu o boi e qual a região de origem, e o pecuarista vai saber para onde foi sua produção. Atualmente, o produto chega identificado, mas o boi é abatido em lotes. Com o chip, os pecuaristas identificarão o animal, mas exigirão que os frigoríficos façam alguma adaptação.

“O consumidor tem o direito de saber a origem do produto que ele está consumindo. Por isso, avaliamos como muito importante a implantação da rastreabilidade do rebanho”, afirma o presidente da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), Mário Cândia.

Cada embalagem dos produtos sairá da fábrica com uma etiqueta de código de barra onde será informado o nome do produto, seu lote e o seu número seqüencial dentro da data de fabricação. A partir desses dados, pode-se pesquisar todo o histórico dessa embalagem de produto. Saber, por exemplo, quais foram os lotes de cada matéria-prima utilizada na sua composição, sua data de validade, os seus laudos de análises, o fornecedor, conferir cada pesagem dos ingredientes que compõem esse produto, conhecer o seu tempo de processamento, as condições em que foram feitos, quem foi o responsável pela sua produção, qual foi o fabricante da embalagem, quando foi adquirida, quem vendeu o produto, qual foi a transportadora, quais eram as condições do veículo de transporte, para quem foi vendida a unidade em questão, etc.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo), Luís Antônio Freitas Martins, a rastreabilidade ampliará a confiança do mundo na carne bovina brasileira. “Mais do que nunca, o mercado internacional mostra-se muito favorável e receptivo à carne produzida no Brasil, reconhecida como produto de qualidade”.

Segundo ele, além do reconhecido avanço verificado nos últimos anos nos cuidados com a produção, a rastreabilidade surge como item fundamental à definitiva conquista da confiança dos compradores estrangeiros.

Assuntos Relacionados
Carnefrigorífico
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343