Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sistema vai identificar origem e corte da carne

Para frigorífico, a confiança do mundo na carne brasileira será ampliada.

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Redação (14/07/2008)- O novo sistema de rastreamento permite a possibilidade de identificar a origem dos cortes, uma vez que os bois não serão mais monitorados por lotes, mas individualmente.

O comprador poderá saber a origem do corte, de onde saiu o boi e qual a região de origem, e o pecuarista vai saber para onde foi sua produção. Atualmente, o produto chega identificado, mas o boi é abatido em lotes. Com o chip, os pecuaristas identificarão o animal, mas exigirão que os frigoríficos façam alguma adaptação.

“O consumidor tem o direito de saber a origem do produto que ele está consumindo. Por isso, avaliamos como muito importante a implantação da rastreabilidade do rebanho”, afirma o presidente da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), Mário Cândia.

Cada embalagem dos produtos sairá da fábrica com uma etiqueta de código de barra onde será informado o nome do produto, seu lote e o seu número seqüencial dentro da data de fabricação. A partir desses dados, pode-se pesquisar todo o histórico dessa embalagem de produto. Saber, por exemplo, quais foram os lotes de cada matéria-prima utilizada na sua composição, sua data de validade, os seus laudos de análises, o fornecedor, conferir cada pesagem dos ingredientes que compõem esse produto, conhecer o seu tempo de processamento, as condições em que foram feitos, quem foi o responsável pela sua produção, qual foi o fabricante da embalagem, quando foi adquirida, quem vendeu o produto, qual foi a transportadora, quais eram as condições do veículo de transporte, para quem foi vendida a unidade em questão, etc.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo), Luís Antônio Freitas Martins, a rastreabilidade ampliará a confiança do mundo na carne bovina brasileira. “Mais do que nunca, o mercado internacional mostra-se muito favorável e receptivo à carne produzida no Brasil, reconhecida como produto de qualidade”.

Segundo ele, além do reconhecido avanço verificado nos últimos anos nos cuidados com a produção, a rastreabilidade surge como item fundamental à definitiva conquista da confiança dos compradores estrangeiros.

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