Leia artigo opinativo de Romeo Bet, agricultor em Planalto Alegre (SC) e vice-presidente da Cooperalfa.
Gestão participativa
Redação (18/11/2008)- Uma administração simplificada, participativa e sem rodeios. Esse é perfil de gestão adotado pela Cooperalfa, onde as verdades não ficam escondidas: o que é certo é certo e ponto final. E isso serve para os conselhos, associados e funcionários.
A Cooperalfa procura preservar a estrutura edificada há 41 anos. Ir em frente sempre, mas sem comprometer a trajetória; ousadia sim, contudo, sem aventuras desmedidas. Evidente que, no escopo deve prevalecer o princípio da inovação, da visão expansionista e do aproveitamento de oportunidades. Nesse contexto, a diversificação das atividades tem gerado segurança e se configurado como modelo de negócio aceitável.
É notória, ainda, a visão humanitária e comunitária. Para nós, as pessoas são o maior trunfo. Na Alfa há profissionalismo, mas é a humildade em todos os degraus hierárquicos que alimenta as relações. Percebe-se um time de funcionários e de sócios que não deixam a desejar, que são comprometidos e desejam a evolução permanente e a cooperativa os apóia nesse sentido. As orientações, palestras, treinamentos e viagens, têm garantido um satisfatório diferencial competitivo e esse preparo vai continuar.
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O sistema de reuniões com casais líderes, associados ou mesmo com equipes internas, gera a transparência necessária e posiciona todos na mesma sintonia. É um “afinar de viola” que produz comprometimento, fazendo com que as pessoas defendam publicamente os propósitos da entidade. Um bom planejamento é o começo de tudo mas, ao ouvir as pessoas ao longo da caminhada, aciona-se o botão da sensibilidade e com isso os ajustes são feitos.
E o futuro também deverá ser promissor, pois a Cooperalfa não deixará de sentir o mercado, de experimentar, de ousar, de ser eficiente e dinâmica. Lógico, sem deixar de valorizar o quadro social, pois, se isso acontecer, deixaremos de ser uma cooperativa.





















