Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Mercado complicado

ABIPECS quer o fim da discriminação no mercado russo da carne suína nacional.

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Redação (21/11/2008)- A Rússia, maior mercado para a carne suína brasileira, está renegociando os termos de seu ingresso na Organização Mundial do Comércio (OMC). O assunto estará em pauta a partir desta sexta-feira (dia 21 de novembro), durante visita ao Brasil do ministro russo da Agricultura, Alexey Gordeev, e do presidente do país, Dimitri Medvedev.

A Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS) está acompanhando de perto as negociações entre as autoridades brasileiras e russas relacionadas à acessão da Rússia na OMC e à questão das cotas para a carne suína naquele mercado.

O presidente da ABIPECS, Pedro de Camargo Neto, diz que a posição do setor, que o governo brasileiro apóia, tem sido a de "defender que a Rússia passe a administrar as cotas sem privilegiar este ou aquele país. Deixaria, portanto, de existir cota para os EUA e cota para a União Européia (UE). O montante total de cotas seria distribuído dentro do que no jargão OMC se chama "nação mais favorecida", isto é, com base na melhor oferta".

Camargo Neto comenta também que a distribuição das cotas atuais representa o comércio de uma década atrás. "Os EUA têm a maior parte das cotas de aves e a União Européia, a maior parte das cotas de carne suína", afirma. Não se sabe ainda se o governo russo reduzirá as cotas e aumentará a tarifa extra-cota para proteger os produtores do país.

O Brasil vai insistir para que o montante de cotas seja distribuído por igual e, assim, quem for mais competitivo, venderá mais.

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