Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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FAO traça cenário global firme para carne bovina

Se esse cenário de fato se confirmar, é de se esperar que os preços cobrados pelos frigoríficos brasileiros por seus produtos mantenham-se firmes no mercado internacional.

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Redação (24/11/2008)- Puxadas pela demanda de países ricos e emergentes, a produção e as exportações mundiais de carne bovina devem voltar a aumentar em 2009 apesar da desaceleração econômica global, acredita a FAO. Mas, de acordo com o braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, serão incrementos modestos. 
 
Como informou na última sexta-feira a Scot Consultoria, a FAO prevê que a produção global alcançará 65,4 milhões de toneladas, 0,4% mais que o volume estimado para 2008, enquanto as exportações somarão 6,7 milhões de toneladas, um crescimento de 4,3% na mesma comparação.

O aumento da produção, segundo a FAO, virá de países emergentes como o Brasil, para os quais é esperada uma oferta 1% maior. Para as nações consideradas desenvolvidas, a previsão é de retração. "Se o mundo quiser ampliar a demanda, terá que importar do Brasil", pontuou Alcides Torres, da Scot. O especialista está entre os que sustentam que, apesar da crise, o consumo global de alimentos não vai cair. 

Se esse cenário de fato se confirmar, é de se esperar que os preços cobrados pelos frigoríficos brasileiros por seus produtos mantenham-se firmes no mercado internacional. Assim, os valores pagos aos pecuaristas pela matéria-prima também continuariam sustentados, até porque a oferta segue restrita.

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