Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Fundos emergentes captam no fim de março

Países estão colhendo os benefícios por apresentarem melhores perspectivas de crescimento e por terem feito reformas fiscais depois da crise asiática de 1997.

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Redação (06/04/2009)- Entre o final de março e início de abril os investidores globais sustentaram o apetite por risco e injetaram US$ 1,2 bilhão nos fundos de ações voltados aos países emergentes. Com mais essa semana de captação, a categoria fecha o primeiro trimestre com saldo positivo superior a US$ 3,2 bilhões, o que representa substancial melhora se for levado em conta que, em igual período do ano passado, os fundos emergentes registram perda de US$ 20,04 bilhões.
"Parece que os emergentes estão colhendo os benefícios por apresentarem melhores perspectivas de crescimento e por terem feito reformas fiscais depois da crise asiática de 1997", disse o diretor-gerente da EPFR Global, Brad Durham, em comunicado.
Voltando à análise semanal, a consultoria aponta que os Fundos de Ações da América Latina destoaram dos pares emergentes e perderam recursos na semana encerrada dia 1º de abril.
O Brasil, que vinha sendo destaque por nove semanas consecutivas perdeu tal posto, mas isso não estragou a performance positiva do trimestre, quando os fundos voltados ao país registraram entrada líquida de US$ 648 milhões.
O resultado é o melhor entre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e responde por mais da metade da captação dos Fundos de Ações da América Latina no trimestre, que somou US$ 985 milhões.
Grande parte do dinheiro captado na semana encerrada no dia 1º de abril ficou concentrada no grupo Mercados Emergentes Globais (GEM, na sigla em inglês), que recebeu US$ 868 milhões. Fluxo positivo, também, para os Emergentes da Ásia (ex-Japão), que captaram US$ 371 milhões. Já os Emergentes da Europa, Oriente Médio e África (EMEA, na sigla em inglês) foram novamente alvo de saques.
No trimestre, os GEM são destaque de captação, levantando US$ 4,46 bilhões, depois de saída de US$ 6,63 bilhões em igual período de 2008. Apesar da captação na semana, os fundos Ásia (ex-Japão) encerram o periodo com perda líquida de US$ 889 milhões. Trimestre negativo também para os EMEA, que perderam US$ 1,33 bilhão.
Ainda de acordo com Durham, a impressão é de que os investidores estão colocando o dinheiro que estava fora do mercado para trabalhar, buscando ativos de maior risco e rentabilidade.
Embasando tal percepção, os "money market funds", categoria que reúne carteiras de curto prazo e de baixo risco, apresentaram saques de US$ 9 bilhões na semana. Nas últimas quatro semanas, o grupo que foi símbolo da aversão ao risco, já perdeu mais de US$ 57 bilhões. Mas no trimestre, a saída líquida ficou em US$ 33,92 bilhões. Cabe lembrar que em igual período de 2008, tal grupo tinha recebido US$ 140 bilhões.
Entre os mercados desenvolvidos, os Fundos de Ações dos Estados Unidos continuaram perdendo recursos. Os saques na semana somaram US$ 1,1 bilhão, elevando o total retirado no ano para US$ 47,84 bilhões.
Perdas também para os Fundos de Ações do Japão, onde a retirada somou US$ 487 milhões na semana. Já no trimestre, a perda somou US$ 3,37 bilhões.
Os veículos de investimento voltados à Europa marcaram a segunda semana de captação de recursos, o que ajudou a reduzir o volume de saques no trimestre para US$ 522 milhões.
Entre os fundos setoriais, Tecnologia e Commodities registraram os influxos mais relevantes da semana, recebendo US$ 173 milhões e US$ 345 milhões, respectivamente. E categorias mais defensivas, como Saúde/Biotecnologia foram alvo de saques.

 

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