Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs está adotando nova expressão em vez de “gripe suína”.
“É gripe mexicana”
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS), Pedro de Camargo Neto, está usando a expressão gripe mexicana em vez de gripe suína em seus comentários sobre o grave problema de saúde ocorrido no México, nos últimos dias.
“Não há animal doente, a propagação é de homem a homem. Trata-se de um problema sério de saúde pública”, diz Camargo Neto, acrescentando que o mais importante agora é a transmissão de informações corretas sobre o assunto. “Devemos informar bem os cidadãos brasileiros. sobre como proceder em caso de contágio. Além disso, aumentar a vigilância sanitária em portos e aeroportos do País para evitarmos fatalidades como as ocorridas no México”.
“Não há qualquer problema em consumir a carne suína. Não existe nenhuma relação entre a gripe mexicana e o rebanho de suínos no Brasil ou em qualquer parte do mundo. O problema é o contágio entre humanos e não entre animais e pessoas”, explica o presidente da ABIPECS.
Leia também no Agrimídia:
- •MBRF mantém embarques ao Oriente Médio e reposiciona cargas diante de restrições logísticas
- •Preço do frango cai 5,2% em março e atinge menor nível desde 2023
- •Diferença entre ovos brancos e vermelhos supera 40% e dispara na Quaresma
- •Avicultura no Paraná: aviário escola modernizado amplia capacitação e fortalece produção regional
A Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) publicou hoje nota esclarecendo que o vírus em circulação no México e nos EUA envolve a transmissão entre pessoas.
“A gripe mexicana é uma questão de saúde pública e não de saúde animal”, reforça Camargo Neto. Segundo ele, “não é hora de especular comercialmente” se o Brasil será beneficiado com o evento no México e nos EUA.





















