Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Exportação

Burocracia emperra a venda de carne a Cuba

Os exportadores apontam uma demora do Mapa em finalizar negociações sobre modelo de certificado sanitário.

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Anunciada há quase três meses, a abertura do mercado cubano à carne bovina brasileira ainda depende do processo burocrático para virar realidade. Os exportadores de carne apontam uma demora do Ministério da Agricultura em finalizar as negociações sobre o modelo de certificado sanitário internacional com o governo de Cuba. O ministério afirma que questões sanitárias demandam tempo e não podem ser tomadas de forma unilateral pelo Brasil.

Estão em jogo os interesses de 16 frigoríficos que têm 21 plantas habilitadas para exportar carne bovina a Cuba. Para acelerar o processo, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) tem de enviar a sugestão de certificado sanitário internacional. “Estamos analisando a proposta, mas temos que discutir o texto do certificado. Não podemos fazer sem acordar com os outros países. Não pode ser unilateral”, afirma o coordenador de Programas Especiais da SDA, Ari Crespim.

O documento será assinado pelo veterinário do Serviço de Inspeção Federal (SIF) nos frigoríficos credenciados. “É um mercado pequeno, mas temos que ocupar qualquer espaço no exterior. Ele é complementar para cortes menos nobres”, diz o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Carnes (Abiec), Otávio Cançado. Segundo ele, seria possível exportar desde 9 de fevereiro deste ano.

Os exportadores afirmam ser urgente compensar a retração mundial no consumo de carne.

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