Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportação

Burocracia emperra a venda de carne a Cuba

Os exportadores apontam uma demora do Mapa em finalizar negociações sobre modelo de certificado sanitário.

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Anunciada há quase três meses, a abertura do mercado cubano à carne bovina brasileira ainda depende do processo burocrático para virar realidade. Os exportadores de carne apontam uma demora do Ministério da Agricultura em finalizar as negociações sobre o modelo de certificado sanitário internacional com o governo de Cuba. O ministério afirma que questões sanitárias demandam tempo e não podem ser tomadas de forma unilateral pelo Brasil.

Estão em jogo os interesses de 16 frigoríficos que têm 21 plantas habilitadas para exportar carne bovina a Cuba. Para acelerar o processo, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) tem de enviar a sugestão de certificado sanitário internacional. “Estamos analisando a proposta, mas temos que discutir o texto do certificado. Não podemos fazer sem acordar com os outros países. Não pode ser unilateral”, afirma o coordenador de Programas Especiais da SDA, Ari Crespim.

O documento será assinado pelo veterinário do Serviço de Inspeção Federal (SIF) nos frigoríficos credenciados. “É um mercado pequeno, mas temos que ocupar qualquer espaço no exterior. Ele é complementar para cortes menos nobres”, diz o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Carnes (Abiec), Otávio Cançado. Segundo ele, seria possível exportar desde 9 de fevereiro deste ano.

Os exportadores afirmam ser urgente compensar a retração mundial no consumo de carne.

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