Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Marketing

Hora de mostrar a qualidade do suíno brasileiro

Cenário mundial convida os suinocultores brasileiros a mostrar todas as vantagens que a carne suína oferece ao consumidor.

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O grave problema provocado pela “Gripe A” pode e deve ser aproveitado como um momento de superação da cadeia produtiva da carne suína brasileira. Nunca, em nossa história, vivemos momento tão delicado, tão difícil. É difícil lembrar de assunto na história recente do país que tenha ocupado tanto espaço, em todos os tipos de mídia, por tanto tempo.

Não obstante, conforme revela a matéria publicada ontem (5) no “Valor Econômico”, o mais importante veículo de comunicação do mundo dos negócios do país, a ABCS está aproveitando este momento para falar sobre o padrão de qualidade com que é produzido o suíno brasileiro. Nesse sentido, a forte exposição de mídia motivada pelo lado negativo transforma-se em informação positiva sobre a forma de produzir e comercializar a carne suína. Nos últimos dias, a ABCS foi ouvida por pelo menos seis diferentes canais de televisão .

Em todas as pesquisas realizadas pela ABCS, o preconceito aparece como sendo o principal elemento de rejeição do produto por parte dos consumidores. A Campanha Um Novo Olhar Sobre a Carne Suína registrou aumentos de venda em supermercados de até 238 por cento, contornamos o preconceito valorizando novos cortes, com boa apresentação e vendidos em menor volume – exigências dos consumidores modernos.

A denominação tecnicamente equivocada de “Gripe Suína” inegavelmente vai alimentar o preconceito. Mas, através da união da cadeia produtiva, poderemos aproveitar este momento para reverter o processo e construir um discurso comum, em todo o país. Cada liderança da cadeia, cada empresa, cada produtor pode e deve influir na imprensa da sua região, do seu estado.

Organizamos alguns argumentos para enriquecer esse posicionamento e as necessárias documentação e informação para apoiar esse trabalho:

1) É preciso unificar a cadeia em torno do combate ao nome “Gripe Suína”. A ABCS recomenda o uso do nome padrão sugerido pela OMS, “Gripe A”. Sem deixar de lembrar o argumento da OIE segundo o qual todas as outras pandemias semelhantes tiveram nomes de batismo geográfico (“Gripe Espanhola”, “Gripe Asiática”, “Gripe de Hong Kong”). Em todas elas o vírus original continha elementos de origem animal. Mas, o nome de batismo sempre focou a forma de transmissão. Assim, o nome “Gripe” associado a uma região geográfica sinaliza claramente que se trata de doença de contato humano. Enquanto o nome ‘Gripe Suína” sinaliza erroneamente que a carne pode levar à doença.

2) É indispensável valoriza os aspectos sociais e econômico que fundamentam a importância da cadeia produtiva da suinocultura brasileira: perto de um milhão de pessoas envolvidas; cerca de 60 mil produtores; exportações superiores a US$1,2 Bilhão de dólares, dirigidas para quase 80 países; animais que se alimentam praticamente apenas de apenas milho, soja e bebem água potável .
E trata-se de uma carne que alcança níveis de colesterol inferiores aos do frango e de gordura saturada menores do que a carne bovina, segundo pesquisas da Unicamp. Temos no material os quadros com informações sobre os teores comparados de colesterol e gordura saturada.

3) Valorizar o potencial de recuperação e ampliação do mercado através da Campanha Um Novo Olhar Sobre a Carne Suína. O projeto da segunda fase da campanha prevê uma meta de aumento de 2 kg no consumo per capita dos brasileiros (10 bifes de 200 g por ano), representando no campo o seguinte impacto: 200 mil matrizes; R$1 bilhão de reais de investimentos no campo; 10 milhões de sacas de milho; 4,2 milhões de sacas de soja; 12 mil empregos diretos gerados. Para alcançar estes objetivos, é crítico e necessário o envolvimento de cada produtor, de cada agente da cadeia produtiva, disseminando as idéias e os cortes inseridos na Campanha. Se em cada festa reunindo os produtores rurais, em cada evento do setor, tivermos a inserção da carne moída, dos escalopes de alcatra, dos cortes para churrasco como a Coroa de Costela, estaremos dando uma contribuição inestimável para a introdução do consumo do nosso produto no cotidiano dos brasileiros. Se cada produtor fizer objetivamente o que estiver ao seu alcance, vamos vencer essa guerra.

4) Todas as Associações Estaduais dispõe de material de divulgação (vídeos, material científico e outros) que podem apoiar o trabalho de jornalistas. Por exemplo, uma matéria que foi ao ar hoje, na TV Bandeirantes, em Brasília, é toda composta por entrevistas e imagens do banco de dados da ABCS. Onde porventura faltar esse tipo de material, o escritório da Associação, em Brasília, está à disposição para fornecê-lo.

-Leia a matéria (download):

RAÍZES DO PRECONCEITO CONTRA A CARNE SUÍNA
Dados para apoiar a defesa técnica, científica e comercial do produto

-Artigo e conteúdo produzido pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS)

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