Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Exportação

Exportações brasileiras para a China aumentam 34%

Intenção do governo do Brasil é embarcar, além da soja, outros produtos agrícolas.

Na crise econômica, a relação bilateral entre China e Brasil se fortalece. Nos primeiros cinco meses do ano, as exportações brasileiras para o país asiático tiveram alta. A intenção do governo brasileiro é embarcar, além da soja, outros produtos agrícolas e também aumentar a exportação de produtos industrializados.

Há quase três meses, a China se tornou o maior parceiro comercial do Brasil. Porém, desde o ano passado, o país asiático já era o principal destino das exportações de produtos agrícolas daqui. Em valor, foram embarcados US$ 6,7 bilhões no ano passado. Entretanto, do volume total exportado, mais de 90% ficaram concentrados nos embarques da soja e derivados.

Por isso, o Ministério da Agricultura trabalha para diversificar a pauta de exportação agrícola para a China. O acordo feito em maio entre os dois países para que o Brasil exportasse frango e em contrapartida importasse tripas de ovinos e caprinos já está acontecendo. Os primeiros negócios ocorreram há três semanas. Agora, o Ministério da Agricultura pretende conseguir a liberação para os lácteos e a carne suína.

“Nossa expectativa é que avancemos na abertura para a carne suína. O Brasil tem aumentado sua produção, tem aumentado sua competitividade e precisa de novos mercados. A China é o maior consumidor mundial e estamos trabalhando também o Japão que é o maior importador mundial”, disse o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto.

Outra liberação que o Ministério da Agricultura deseja é para a carne bovina. Por enquanto, apenas os Estados do Sul conseguem exportar para os chineses. A intenção é fazer com que todas as regiões brasileiras habilitadas a embarcar a carne também possam enviar o produto para lá. No encontro, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior destacou que tanto as exportações quanto as importações do Brasil caíram 20% nos primeiros cinco meses do ano. No entanto, os embarques para a China no período subiram 34%.

O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, defende que as matérias-primas continuem ocupando espaço no território chinês, mas também espera um crescimento de exportações de produtos industrializados.

“No caso da China, isso é particularmente importante, porque o país asiático importa anualmente mais de US$ 1 trilhão e importa uma quantidade muito grande também de alimentos, de produtos básicos e também de industrializados. Por isso, nós acreditamos que existe essa possibilidade de diversificar a pauta, de ter uma presença maior também do produto industrializado do Brasil na China”, afirmou Ramalho.

– Estou seguro de que as relações entre os dois países no campo de comércio, cooperação econômica, pode ser muito favorável nos próximos anos – acrescentou o embaixador da China no Brasil, Qiu Xiaoqi.

Para o economista Daniel Lederman, do Banco Mundial, estreitar cada vez mais a relação comercial entre os dois países deixa o Brasil mais forte neste momento de crise econômica. Ele afirmou que isso foi observado nos três primeiros meses do ano, com a alta das exportações brasileiras para lá.

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