Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Economia

Sem créditos

Volume de empréstimos às pequenas e médias empresas continua fraco nos meses de junho até agosto.

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De junho para julho as grandes tendências do crédito no Brasil se mantiveram as mesmas. Observando-se os dados na abertura pelas grandes categorias de tomadores de crédito, prosseguiu o crescimento das concessões às pessoas físicas, enquanto o volume de empréstimos às empresas continuou fraco (movimentos que não foram interrompidos até meados de agosto, de acordo com os dados parciais divulgados pelo Banco Central).

Já a participação relativa das grandes categorias de credores -bancos públicos e bancos privados- também evoluiu na mesma direção que vem sendo verificada desde outubro do ano passado (momento em que a crise global de travamento do crédito se aprofundou dramaticamente). O peso dos bancos públicos no estoque total de empréstimos aumentou novamente, e até com maior velocidade do que nos meses anteriores, ao passar de 38,5% para 40% entre junho e julho.

É óbvio que essa elevação foi inflada por uma operação gigantesca (que envolveu desembolso, no mês, da ordem de R$ 19 bilhões) entre o BNDES e a Petrobras. Mas, mesmo quando se exclui das contas esse empréstimo de dimensão excepcional, a conclusão não se altera: os bancos públicos continuaram, em julho, a ampliar sua participação no mercado de crédito.
Pelo lado do crédito às famílias, o aperto verificado no final de 2008 parece definitivamente superado: o aumento da confiança dos consumidores e a recuperação do mercado de trabalho prenunciam uma continuidade da alta das concessões.

Mas é evidente que duas dificuldades, entrelaçadas, ainda não foram superadas: a escassez de crédito para as empresas (sobretudo as de menor porte) e a timidez da oferta de crédito pelas instituições privadas.

Anunciado em meados de maio, o Fundo Garantidor de Crédito -que ressarcirá a instituição financeira que vier a sofrer inadimplência em novos empréstimos concedidos a empresas médias e pequenas- só muito recentemente começou a operar. Dentro de algumas semanas será possível verificar se ele se revelará eficaz para aliviar a asfixia de crédito de que muitas empresas de menor porte ainda vêm padecendo.

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