Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

IqPR sobe em SP

Preço ao produtor paulista tem alta de 1,04% na terceira prévia do mês. Ovos e carne suína registram queda, segundo IEA.

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O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR) subiu 1,04% na terceira quadrissemana de novembro, informam Eder Pinatti, José Alberto Ângelo, José Sidnei Gonçalves e Luis Henrique Perez, pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

As altas mais relevantes ocorreram nos preços da batata (37,10%), do feijão (5,84%), do algodão (3,36%), da banana nanica (3,29%) e da cana de açúcar (3,24%). As quedas mais expressivas foram observadas nos preços do tomate para mesa (9,05%), do leite tipo B (4,66%), dos ovos (4,20%), da carne suína (3,18%) e da carne bovina (3,01%).

A entrada no período de safra (melhoria das pastagens), com o consequente aumento da produção, acarreta preços menores para o leite e a carne bovina. Ainda em relação à carne bovina, as indústrias frigoríficas justificam a redução das cotações em decorrência da menor exportação, que aumenta a disponibilidade interna.

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