Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

BR mantém meta de inflação

Meta de inflação é mantida em 4,5% para 2012. Pelo 6º ano consecutivo, Conselho Monetário Nacional fixa o mesmo patamar para o IPCA.

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve inalterada a meta de inflação para 2012. O centro da meta segue em 4,5% tanto para o próximo ano quanto para o seguinte, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A decisão foi unânime em votação do Banco Central e dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, que compõem o CMN.

Este é o sexto ano consecutivo, desde 2005, no qual a meta de inflação oficial, medida pela variação anual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), permanece em 4,5% anuais, com o intervalo de dois pontos percentuais. Todos os anos, no mês de junho, o presidente aprova e o Conselho Monetário Nacional sanciona a meta de inflação de dois anos à frente. De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o patamar foi mantido porque essa é “a meta que está dando certo”.

“Nos últimos anos temos projetado essa meta”, lembrou o ministro. “Ela tem permitido manter a inflação sob controle e, ao mesmo tempo, permitido a expansão da economia sem colocar o Banco Central em uma saia justa, numa camisa de força”, afirmou Mantega, em entrevista coletiva depois da reunião.

Para o ministro, se o país tivesse uma meta menor neste ano, quando houve um choque de oferta que provocou aumento da inflação, o Banco Central teria de trabalhar com um juro mais elevado. “Essa é uma meta que está se revelando suficiente e razoável para cumprirmos nosso objetivo. Por isso, ela foi mantida”, disse.

Mantega também considera que a inflação deve fechar o ano acima da meta, mas dentro do intervalo de tolerância. “Deveremos ter uma inflação acima do centro da meta, que poderá ser de 5% ou um pouco acima de 5%”, anunciou. “Para 2011, a projeção é 4,6%, muito próxima do centro da meta”, finalizou.

O CMN também decidiu manter a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) em 6% ao ano, que vai vigorar durante o terceiro trimestre de 2010. A taxa é considerada pelo Mantega em um “bom” patamar. “A TJLP é uma taxa de longo prazo, não reflete oscilações momentâneas. Ela olha para o longo prazo é para o longo prazo que ela está modelada.”

De acordo com o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, a taxa é definida tendo com base a meta de inflação (4,5%) e também um risco país de 150 pontos base.

Em outro voto, o CMN aprovou a liberação de R$ 100 milhões para oferta da rede bancária a para Estados e municípios, na linha Pró-Transporte. Foi eliminado, ainda, o prazo-limite para a contratação de crédito do Programa de Modernização da Administração das Receitas e da Gestão Fiscal, Financeira e Patrimonial das Administrações Estaduais.

O CMN também dobrou de R$ 1 mil para R$ 2 mil o teto do saldo das contas simplificadas – criadas desde 2004 com poucas exigências de documentação, para ampliar o número de correntistas bancários. Segundo o Banco Central, cerca de 5,7 milhões dessas contas para a população de baixa renda foram abertas em toda a rede bancária. O valor da movimentação mensal aumentou de R$ 3 mil para R$ 5 mil. (Colaborou Azelma Rodrigues)

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