Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Mercado

Carne competitiva

Após Sial, presidente da Abiec diz que desafio é manter competitividade da carne no exterior sem queda nos valores do produto.

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Segundo Antônio Jorge Camardelli, não há como promover uma queda nos valores da carne no momento, já que o dólar não para de depreciar

Recém-chegado da feira de alimentos Sial, realizada em Paris (França) entre os dias 17 e 21, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, disse que a carne bovina brasileira tem um grande desafio no exterior: manter sua competitividade.

“Observei, durante a Sial, que há uma isonomia de preços da carne bovina no exterior. Passamos a ter competidores que até então não eram nossos concorrentes. Portanto, temos que trabalhar para manter a competitividade da carne bovina brasileira”, afirmou.

Segundo ele, não há como promover uma queda nos valores da carne no momento, já que a matéria-prima (boi) está muito cara e o dólar não para de depreciar, situação que se repete no mundo todo.

“Temos que agregar valor ao nosso produto, como termos avanços técnicos e ganharmos com isso”, disse, ressaltando a importância do trabalho mais próximo com o governo.

Frangos

Já na percepção do presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, que também esteve presente no evento, disse há um potencial de crescimento das exportações do frango brasileiro, mas o câmbio nos atuais patamares pode atrapalhar.

“Os estoques estão baixos em todo o mundo, diferente dos anos anteriores. Há uma grande demanda pelo frango brasileiro, mas a principal reclamação é o preço”, afirmou.

“Com o dólar fragilizado e custos altos de produção devido à alta dos insumos, como milho e soja, é impraticável trabalharmos com preços menores no exterior”, completou. 

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