Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

China discute câmbio com Brasil

Reunião sobre a questão cambial será feita nos dias 15 e 16 de novembro em Pequim.

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 A China finalmente aceitou marcar para os dias 15 e 16 de novembro, em Pequim, reunião com o Brasil no âmbito de uma subcomissão econômica e comercial, que terá inevitavelmente como pano de fundo a questão cambial.

A subcomissão, criada em 2004, até hoje só teve uma reunião. Há dois anos que o Brasil tentava reativar o diálogo econômico, sem sucesso, porque Pequim alegava todo tipo de dificuldades de agenda.

O governo brasileiro quer insistir na necessidade de diversificação do comércio. As compras chinesas são compostas hoje de 33% de soja, 30% de minério de ferro e 10% de petróleo, comparados a 95% de manufaturados chineses exportados para o Brasil.

Até agora, a resposta chinesa tem sido de que a estrutura do comércio depende das características econômicas dos dois lados. E sempre sugere ao Brasil promover mais seus produtos no mercado chinês.

Dificuldades nas exportações de carnes continuam na agenda, mas a subcomissão não inclui representantes chineses que realmente tratam da questão. De forma que não é por ai que haverá avanços nessa área.

Por sua vez, Pequim continua cobrando que o Brasil cumpra o compromisso assumido em 2004, de dar o status de economia de mercado à China.

Falta apenas uma assinatura do secretário de Comércio Exterior, do Ministério da Indústria e Comércio (MDIC), para o compromisso ser implementado. Mas isso está longe de acontecer, ainda mais levando-se em conta a política cambial chinesa administrada que dá uma vantagem enorme a suas exportações, numa forma de subsídio que sequer é disfarçado.

Em todo caso, a China terá automaticamente, partir de 2016, o status de economia de mercado reconhecido pelos parceiros, pelos termos de sua adesão na Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil não poderá mais aplicar medidas antidumping baseadas no preço de terceiro país.

O problema é que hoje sequer sobretaxas antidumping freiam os produtos chineses, diante de sua competitividade impulsionada pela moeda desvalorizada.

Os chineses continuam a tomar mercado do Brasil nos mercados tradicionais da América Latina, segundo negociadores. “A China não é um caso de mais antidumping, é um caso de policia”, desabafou um negociador latino-americano recentemente em encontro fechada em Genebra.

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