Estados Unidos devem comprar no máximo 11 mil toneladas de carne suína brasileira, proveniente de Santa Catarina, em 2011.
Compras dos EUA

O governo dos Estados Unidos reconheceu esta semana o estado de Santa Catarina como livre de aftosa sem vacinação. A notícia entusismou os criadores de suínos. O suinocultor Clair Eloy Dariva trabalha hoje com cerca de quatro mil cabeças no município de Chapecó, região oeste do estado. Todos os meses, 800 animais são mandados para o abate. A notícia da abertura do mercado norte-americano deixou o produtor mais animado com a atividade. “Nós sempre estávamos esperando essa ação dos Estados Unidos. Logicamente hoje com esta notícia nos conforta um pouquinho. Eu não sei qual a quantidade que eles vão comprar, mas, desde que eles comecem a comprar, isso vai dar confiabilidade para que possamos abrir mais mercado no exterior”, disse Dariva.
A partir do dia primeiro de dezembro o estado passará a integrar uma lista de regiões reconhecidas pelo governo norte-americano como livre de febre aftosa sem vacinação, que é considerado um status sanitário máximo pela Organização Internacional de Saúde Animal. Os primeiros embarques só vão acontecer depois que o Brasil enviar uma missão para os Estados Unidos para saber as exigências para habilitar os frigoríficos catarinenses. Os exportadores estimam que os Estados Unidos comprem cerca de onze mil toneladas da carne suína brasileira por ano. Isso representa apenas dois e meio por cento do total exportado pelo país. Apesar de pequena, a abertura é considerada importante porque pode facilitar o negócio em outros países.
Leia também no Agrimídia:
- •Carne suína ganha competitividade frente à bovina e atinge melhor nível em quatro anos
- •Suinocultura de MS avança com plano estratégico para impulsionar produção e competitividade
- •Estudo aponta papel dos javalis e reforça transmissão entre granjas na Peste Suína Africana
- •Governo do RS busca apoio no Senado para refinanciamento de dívidas rurais





















